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O Futebol e Fritas é uma criação de estudantes de Comunicação Social da UFPR, mesclando diversão com crônicas sobre futebol.

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bolão futfritas - geral


segundo turno


regulamento
Acerto no placar, exato: 5 pontos
Acerto na diferença de gols: 3 pontos
Acerto no time vencedor: 2 pontos
Em casos de empates, todo empate não exato valerá 2 pontos.

Critérios de desempate: 1. Acertos de 5 pontos; 2. Acertos de 3 pontos; 3. Acertos de 2 pontos; 4. Desempenho na rodada imediatamente anterior, e em caso de igualdade, na rodada anterior a esta.
Domingo, Fevereiro 29, 2004

Em breve, o Bolão FutFritas do Brasileiro 2004!

Algumas mudanças de regulamento já estão previstas, para facilitar a operacionalização das apostas.

- O Bolão terá uma página própria, para não atrapalhar os textos do Futebol e Fritas.

- Estava pensando em fazer quatro módulos, com 10 rodadas cada. O campeão de cada módulo se qualificaria para a fase final, que seria as últimas 6 rodadas, junto com os melhores 4 gerais, totalizando 8 jogadores.

- O placar exato passará a valer 2 pontos, e a coluna, 1. Facilitará muito o cálculo e o registro. Está extinto o sistema de acertos de 2, 3 e 5 pontos - isso confunde pra somar.

- A maior mudança: um jogo terá importância dobrada. Ou seja, o jogo valerá 4 ou 2 pontos. Para tal, os apostadores deverão revelar seus times de coração (ou escolher um, caso não haja). Por exemplo: para o Rodrigo Luiz, torcedor do Coritiba, os jogos do seu time valerão o dobro de pontos.

- O limite para apostas será 4 horas antes do início da primeira partida da rodada. As apostas deverão ser realizadas todas juntas - ou seja, numa rodada de fim-de-semana, com jogos começando às 16:00 de sábado, o prazo final para palpites será às 12:00 (haverá uma tolerância de 5 minutos, previsível para problemas de email e afins). Não serão permitidas apostas após este período - nem mesmo os jogos de domingo.

- As apostas podem ser enviadas para a caixa de comentários, ou para o email futfritas@bol.com.br.

O que mais sugerem?
comentários por BRUNO ROLIM @11:36 > Opiniões:


Sábado, Fevereiro 28, 2004

Planejamento é a máxima de quem quer ir além do mínimo (ou ainda: quais estrelas o Cruzeiro verá agora?)

O título, para o leitor mais incauto, parece de um artigo de auto-ajuda, mas trata-se de futebol. Planejamento foi a tônica da última temporada e decidiu o Campeonato Brasileiro a favor do Cruzeiro.
Muitos times aprenderam a lição e começaram a planejar a temporada. Para o Atlético Paranaense, por exemplo, 2004 começou em 2003, quando analisaram-se os jogadores que estavam no clube e decidiu-se quem ficaria e que posições necessitariam de reforços. Até agora, o clube vem fazendo campanha notável no Paranaense.
O Cianorte também se planejou: desde novembro montando a equipe, que se tornou competitiva no âmbito estadual e poderá levar a equipe do noroeste a uma boa posição final no campeonato.
O Paraná Clube se desplanejou. Sofreu um desmanche violento e demorou para se reforçar nas muitas posições carentes. Está classificado para o torneio da morte. O clube repetiu os erros que Coritiba e Atlético cometiam no início dos anos 90: contratações em bloco e sem critério e dispensas maçiças após constatada a inépcia de muitos contratados, os que ficavam, obtinham sucesso e iam para outros centros, fazendo o clube voltar a estaca zero.
A mídia verde reclamou que o culpado pelo mau início de campeonato do Coritiba foi o calendário e que o Campeonato Brasileiro de 2003 foi longe demais. Engraçado, o Atlético terminou o campeonato ao mesmo tempo e veio com time praticamente pronto e preparado após pré-temporada. O que houve de diferente? Planejamento. Apesar de classificado para a Libertadores, o Coxa não conseguiu manter o time que classificou e teve que montar outro praticamente do zero. Só agora parece estar tomando um rumo, podendo ser tarde demais para chegar em alguns dos objetivos traçados ou corrigir o curso em caso de erro pequeno.
Saindo das Terras Araucáreas, olho a crise do Cruzeiro, que parece ser uma reedição da maldição dos Campeões Brasileiros, que acabam sofrendo contestações no ano seguinte ao título. O Corinthians, Campeão de 1999, penou na João Havelange de 2000. O Vasco. campeão de 2000, não foi como o esperado em 2001. O Atlético Paranaense, campeão de 2001, passou por crise em 2002 e renovou-se no meio do turbilhão que foi 2003. O Santos, campeão de 2002, caiu em desgraça por um tempo após a derrota na Final da Libertadores, mas Leão se manteve e o time se recuperou. E agora o Cruzeiro, campeão de 2003, parece ter caído em desgraça. Por quê?
Muito provavelmente, porque, mesmo que se tenha feito um planejamento para 2004, os resultados não estão aparecendo como em 2003, talvez como uma ressaca do time e muito provavelmente com uma guerra de vaidades na Toca da Raposa, que culminou com a demissão do treinador Wanderley Luxemburgo e com a saída de Rivaldo em solidariedade ao ex-treinador.
Resta saber como o Cruzeiro reagirá às mudanças, se elas reerguerão o time e o deixará apto a disputar o Bi Brasileiro e a Libertadores, ou se o time entrará em parafuso e ficará parecendo o Cruzeiro de 2001: muitas estrelas e pouco futebol.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @20:28 > Opiniões:


Sexta-feira, Fevereiro 27, 2004

Indícios de um 2004 divertido

- Vanderlei Luxemburgo acaba de ser demitido - oficialmente a crise está deflagrada no Cruzeiro.

- O zagueiro Alex viajou para a Holanda para acertar os detalhes finais para se transferir para o PSV no meio do ano. O meia Diego parece que irá para a Europa também, assim como vários outros santistas.

- A piada final: Fluminense contrata Danrlei e Odvan.
comentários por BRUNO ROLIM @18:17 > Opiniões:



Mosqueteiros

Hoje no fascículo 19 da série Casos e acasos do futebol paranaense, Ernani Buchmann conta como foi a conquista do pentacampeonato estadual pelo Paraná Clube em 1997. Em meio a tanta turbulência com a contratação do técnico tricolor Rubens Minelli pelo Coritiba antes do termino do campeonato e o medo de que ele pudesse prejudicar o Paraná no clássico com o Coxa, que ainda iria acontecer, a equipe tricolor, liderada por Régis, Sidney, Caio Júnior, Edinho Baiano, Claudinho e Ricardinho, manteve-se unida e conquistaram o título. O último do Paraná. Buchmann afirma ¿era um time de mosqueteiros. Um por todos e todos por um¿.
Mas não era uma união exclusiva dos jogadores, havia o comprometimento dos jogadores com a diretoria e da diretoria com os jogadores. E é isso que está faltando ao Paraná Clube hoje. Afinal, nenhum jogador joga para perder, principalmente num time como o Paraná, que serve de vitrine para esses jogadores mostrar trabalho.
A tentativa de fazer do Paranaense um laboratório para o Brasileiro já mostrou que não está dando os resultados convincentes. Porque depois vemos uma correria afobada atrás de jogadores que venham apagar o vexame deixado no campeonato estadual. E não adianta depois querer lutar por aquilo que não conseguiu dentro de campo.
Ou a coisa muda, ou fechem o Paraná, porque a torcida já está cansada de ver o time morrer na praia antes de nadar.
Ah, Minelli não prejudicou o Paraná, cumpriu o seu dever até o último momento como técnico do tricolor e se mostrou um dos melhores técnicos que o Paraná Clube já teve.

Leornardo: jamais usei este distinto blog para atacar ou fazer troças de qualquer time que seja. Se por hora o Paraná passa por dificuldades, fique certo de que estas dificuldades ou erros da diretoria se já não atingiram o Atlético, um dia poderão atingi-lo. Mais respeito com o meu time, que até hoje não precisou comprar jogos por não ter capacidade de ganhá-los dentro de campo.
comentários por LUCAS GANDIN @00:18 > Opiniões:


Quarta-feira, Fevereiro 25, 2004

Libertadores 2004: Classificação até o momento

Inclusos já os placares dos jogos do começo da noite de hoje:


comentários por BRUNO ROLIM @21:58 > Opiniões:


Terça-feira, Fevereiro 24, 2004

A Decadência Mora Entre Dois Viadutos (E Perto de Outros Vários)

Quando surgiu no apagar das luzes da década de 80, parecia ser um clube promissor e assim o foi até o final do século 20. Fruto da fusão entre Colorado, clube com certo apelo popular (era a terceira torcida) e fruto de diversas fusões, e Pinheiros, clube que era considerado um modelo de administração, mas que em campo não era muito além do que é o Malutrom hoje, o Paraná Clube prometia ser um dos maiores clubes do Brasil no século 21. Parece que não está cumprindo.
O clube iniciou bem, conquistando um título no segundo Campeonato Paranaense que disputou, em 1991. No ano seguinte, ganhou a Série B do Brasileiro e não chegou a brigar pelo título estadual porque foi surpreendido nos pênaltis pelo União Bandeirante, que foi vice do Londrina, que também surpreendeu o Atlético nos pênaltis. Em 1993, recuperou o título estadual, e no Brasileiro sobreviveu na série A e às manobras do Clube do 13, que promoveu uma virada de mesa sem precedentes, fazendo um campeonato com 32 clubes, pondo o campeão da Série B do ano anterior num grupo em que se salvavam 2 e o Grêmio, que teve posição intermediária na Série B anterior, num grupo em que se classificavam 3 (se não me falha a memória) e não caía nenhum.
Em 94, 95, 96 e 97, o clube conquistou mais quatro estaduais que dariam a condição de Pentacampeão e de Campeão da Década de 90. Só que a partir daí, erros administrativos em cadeia debilitaram o Tricolor das Vilas (a Vila Capanema, entre os Viadutos Capanema e Colorado (nome em homenagem ao clube que era dono do estádio antigamente), e a Vila Olímpica, que fica próxima ao viaduto da Marechal Floriano sobre o Rio Iguaçu). Em 1997, o clube cedeu, cobrando aluguel, o Parque Britânia (perto do viaduto da Avenida das Torres sobre a BR-476, antiga 116) para um hipermercado. Tudo certo até então, mas o clube vendeu uma fonte de renda definitivamente, por um preço que valeria mais a pena manter alugado pelos 30 anos que o contrato previa. O clube pelo menos revelava jogadores como Ricardinho, Paulo Miranda, Perdigão (que não vingou) e Tcheco (que vingou tardiamente após ser dispensado pelo Paraná), porém vendia muito barato.
Em 1999, após três anos jogando o Campeonato Brasileiro para não cair, o Paraná resolve montar um time caro e com jogadores experientes. O time de medalhões foi um fracasso e o clube caiu para a Série B. Naquele ano houve o escândalo dos gatos no futebol e o caso Gama, que culminaram na Copa João Havelange em 2000, em que o Paraná, junto com o Botafogo de Ribeirão Preto, foi preterido em função de Fluminense e Bahia, tendo que disputar o módulo amarelo, que tinha status de segunda divisão. O clube, que já não tinha muito dinheiro, montou um time a partir de jogadores das categorias de base (Ilan e Lúcio Flávio, por exemplo), jovens valores vindos de clubes menores (Washington, por exemplo) e jogadores na flor da idade, porém renegados nos maiores centros (exemplo de Nem, que renasceu para o futebol no Paraná Clube). Jogadores comandados pelo técnico Geninho. O time surpreendeu e mostrou o seu valor, vencendo o Módulo Amarelo (o vice foi o São Caetano), indo para a fase final em que despachou o Goiás, que vinha em ótima campanha, parando no Vasco da Gama, tendo muitas queixas da arbitragem.
Em 2001, o clube quase cai no Brasileirão, mas manteve-se com sua jovem equipe, que sofreu mais uma renovação. Em 2002, o time renovou-se mais uma vez e novamente quase caiu para a série B do Brasileirão, sendo salvo pelo veterano Maurílio, que veio reforçar o time nas horas finais do certame.
Em 2003, houve um desmanche total. O Paraná pertiu para o Campeonato Paranaense com um time de totais desconhecidos e contratações esquisitas. Quase caiu. Refeito do susto, o clube investiu em contratações e conseguiu reforçar o time com as peças certas (exemplos de Marquinhos, Flávio, Caio e Renaldo), fazendo uma excelente campanha no Brasileiro. Só que depois do Campeonato, a casa literalmente caiu: vários jogadores (muitos pratas da casa) conseguiram liberação de direitos federativos na justiça, pois o clube não estava recolhendo FGTS, e o time esvaziou-se. Para 2004, montou-se um time de pratas da casa que eram em sua maioria reservas dos pratas da casa de antes e contratou-se jogadores em grande quantidade, sendo muitos deles dispensados em pouco tempo (método muito utilizado pelo Atlético do início dos anos 90 e levou o Furacão a uma profunda crise). O time foi de mal a pior no Paranaense. O Paraná, que teve um dos melhores ataques do Brasileiro de 2003, demorou seis jogos para marcar o gol e conquistar a única vitória até agora. Classificou-se, para o Torneio da Morte, que indicará os dois times que caírão para a segundona estadual de 2005 e dois que se salvarão. Neste momento delicado, vem à tona diversos problemas administrativos, como as 69 ações trabalhistas e as contas bloqueadas por conta de uma dessas ações. O Paraná tornou-se a síntese das fraquezas dos clubes que o formou. Tornou-se o Piorado das rodas de piadas, isto é, tornou-se a piada.
As categorias de base estão sucateadas. Ao menos houve a prudência de se separar a parte social do futebol, porém o clube social, que teve 20.000 sócios, só tem 4.500 atualmente.
O futuro do decadente Paraná Clube preocupa. Não é gozação. Se o Paraná Clube sumir agora, poderemos ter uma virada de mesa no Futebol Brasileiro. Perderemos também as piadas sobre o time da kombi (por ter a menor torcida dos times da capital) e muito da história do Futebol Paranaense e Brasileiro. Perderemos a memória daqueles que se juntaram para formar o clube de maneira direta e indireta: Pinheiros, Colorado, Britânia, Palestra, Savóia, Água Verde, Ferroviário, Leão, Tigre, entre outros. O Futebol Paranaense perderá parte de sua graça, pois não é todo dia que surge um time que consegue usar as cores azul e vermelha da pior maneira possível no uniforme e ainda se orgulhar disso.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @09:15 > Opiniões:


Sábado, Fevereiro 21, 2004

Pó de Guaraná

-> Todo carnaval tem seu fim. Para alguns apenas começará neste fim de semana. É isso que prometem as decisões no Paraná e no Rio de Janeiro. Na terra do samba teremos final da Taça Guanabara e no estado araucáreo teremos a última rodada da primeira fase do certame estadual. Promessa de grandes jogos.

-> O Campeonato Carioca parece ter renascido. O renascimento veio das arquibancadas. Motivo: ingressos mais baratos. Conseqüência: maiores públicos. Dá bem mais lucro pôr 15.000 pessoas que pagam 10 reais, que 5.000 que pagam 15 reais. Há mais dinheiro circulando no comércio dentro dos estádios, por exemplo. Tem dirigente que não se enxerga.

-> Quem não se enxerga também é a Globo de São Paulo. Já não chega as chamadas de jogos para o Brasileiro serem totalmente parciais, temos que agüentar isso no Paulistão. É só o Palmeiras que vai jogar e o São Caetano mero coadjuvante? O São Caetano é também um time forte e de Série A, que não pode ser subestimado desta maneira. Parece que já entra em campo perdendo na vinheta.

-> O altão voltou com tudo. Washington, o Coração Valente da Baixada, voltou arrasador como um furacão. Três gols em dois jogos. O centroavante entrou como uma luva no Atlético Paranaense e nem parece que esteve parado por 15 meses.

Sobe: Campeonato Carioca: ingressos baratos trouxeram o povo de volta aos estádios.

Desce: Campeonato Paulista: ingressos caros espantaram grande parte dos torcedores dos estádios.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @16:50 > Opiniões:


Quinta-feira, Fevereiro 19, 2004

Libertadores da América 2004 - pequena análise

Como no ano passado, farei uma pequena análise sobre os grupos da Copa Libertadores (este ano comecei com um pequeno atraso), darei meus palpites e projeções:

Grupo 1
São Caetano, América (MEX), The Strongest (BOL) e Peñarol (URU)

São Caetano e América batalham pela primeira colocação do grupo, são as equipes mais reforçadas do grupo. O tradicional Peñarol se enfraqueceu muito, mas até pelo peso da camisa pode pensar em arranhar uma segunda colocação. O time boliviano faz figuração.

Palpite: São Caetano e América

Grupo 2
Vélez Sarsfield (ARG), Fénix (URU), Once Caldas (COL) e Maracaibo (VEN)

O Vélez é outra equipe que já brilhou em Libertadores, porém é considerada apenas uma equipe média de Buenos Aires. A grande surpresa do grupo poderá ser o Once Caldas, campeão colombiano. O Fénix é uma incógnita, assim como o Maracaibo - as equipes venezuelanas evoluíram um pouco nos últimos anos.

Palpite: Once Caldas e Vélez

Grupo 3
Cruzeiro, Santos Laguna (MEX), Universidad Concepción (CHI) e Caracas(VEN)

Grupo fácil para o Cruzeiro. Para os que julgam o Santos Laguna como uma equipe-ninguém (né, Jackson?): a equipe foi a primeira colocada no torneio classificatório mexicano para a Libertadores, e tem 7 de seus jogadores a serviço da seleção mexicana. É uma forte equipe, onde se destaca o centroavante Jared Borgetti, titular absoluto da sua Seleção. Caracas e Concepción deverão se contentar em arrancar pontos de Cruzeiro e Santos.

Palpite: Cruzeiro e Santos Laguna

Grupo 4
São Paulo, LDU (EQU), Alianza Lima (PER) e Cobreloa (CHI)

Grupo curioso: exceto o São Paulo, todos os outros são os atuais campeões nacionais em seus países. O São Paulo deve se classificar sem dificuldades, e a segunda vaga está em aberto: o Cobreloa, teoricamente a segunda força do grupo, por saber usar seu estádio e vencer os jogos em casa, perdeu muitos jogadores para 2004. A LDU pode surpreender, assim como o Alianza.

Palpite: São Paulo e LDU

Grupo 5
Independiente (ARG), Nacional (URU), El Nacional (EQU) e Cienciano (PER)

Grupo bastante equilibrado - considero o grupo mais nivelado, ao lado dos grupos 8 e 9. Pelo nome e tradição, Independiente (7 vezes campeão da Libertadores) e Nacional (3 títulos) deveriam passear no grupo. Porém seus adversários são de respeito: o time equatoriano do El Nacional costuma dificultar as coisas para os adversários, seja em Quito ou fora de casa, e os peruanos do Cienciano vêm embalados pela conquista da Copa Sul-Americana, além de jogarem na altitude de Cuzco.

Palpite: Independiente e Nacional

Grupo 6
River Plate (ARG), Libertad (PAR), Deportes Tolima (COL) e Deportivo Táchira (VEN)

O River Plate é uma versão argentina do Cruzeiro, por enquanto: contratou muitos jogadores de nome, como Gallardo e Salas, além de contar com jogadores como Fernando Cavenaghi. Entretanto, os argentinos não se encontraram até agora, indo mal no último argentino e ainda tentando encontrar o ritmo ideal. O Libertad é o atual bicampeão paraguaio, sendo, ao lado dos colombianos do Tolima, favoritos à segunda vaga. O Táchira é a equipe mais frágil do grupo, porém pode surpreender.

Palpite: River Plate e Deportes Tolima

Grupo 7
Santos, Guaraní (PAR), Jorge Wilstermann (BOL) e Barcelona (EQU)

É o grupo mais fácil, teoricamente. O Santos tem tudo para ser o primeiro do grupo: os paraguaios do Guaraní são modestos, contando como estrelas alguns jogadores da Seleção sub-23 paraguaia; o Barcelona de Guayaquil é uma equipe tradicional, que joga bem em casa; e o Jorge Wilstermann não tem nenhum atrativo - nem em La Paz eles jogam, são de Cochabamba.

Palpites: Santos e Barcelona

Grupo 8
Boca Juniors (ARG), Bolívar (BOL), Colo Colo (CHI) e Deportivo Cali (COL)

Tecnicamente é o grupo mais forte do torneio. O Boca Juniors deverá ter muitas dificuldades para conseguir sua classificação: o Bolívar usa muito bem a altitude de La Paz e o Deportivo Cali é uma equipe que vem se estabecendo como atual principal força colombiana. Os chilenos do Colo Colo destoam, estando em profunda crise financeira e técnica. Serão o saco-de-pancada do grupo.

Palpites: Boca Juniors e Deportivo Cali

Grupo 9
Coritiba, Rosario Central (ARG), Olimpia (PAR) e Sporting Cristal (PER)

Até pelo planejamento e desempenho em 2003, pode-se indicar uma equipe acima das outras no grupo: os argentinos do Rosario Central, que mantiveram o elenco quarto colocado argentino em 2003, além de contratarem o chileno Clarence Acuña, do Newcastle inglês. O Coritiba, caso tivesse mantido a base de 2003, poderia pensar em classificação - mas perdeu seu técnico e vários jogadores considerados vitais, como o centroavante Marcel. Foram feitas poucas contratações, e várias delas são incógnitas, como o zagueiro Esmerode e o atacante Josafá. A contratação do colombiano Aristizábal foi de impacto, mas o jogador ainda convalesce de uma cirurgia no joelho, somente devendo estrear na terceira rodada. O Olimpia é um caso à parte: assim como o Colo Colo, passa por muitas dificuldades. Não vence um nacional desde 2001, sendo sétimos em 2002 e quintos em 2003 - somente entrou na Libertadores por vencer um torneio classificatório. Joga apenas com a tradição. Os peruanos do Cristal são uma equipe muito frágil, com poucos destaques. Mesmo assim, podem acabar surpreendendo, pela fragilidade dos paraguaios e a irregularidade dos brasileiros.

Palpites: Rosario Central e Sporting Cristal

Segunda fase: Ainda não poderei fazer projeções. Como são 9 grupos agora, classificam-se os 9 primeiros e os 5 melhores segundos lugares: os 4 restantes brigam por mais 2 vagas. Apenas indiquei os 18 clubes que deverão ficar entre os 2 primeiros em seus grupos.

Off-Libertadores: lembram disso?


Ajudem o Paraná!!!


Carnaval
Agora, somente voltarei após os feriados! Grande abraço a todos!
comentários por BRUNO ROLIM @16:46 > Opiniões:



Uau! (Match Point de Uma Vida)

O título deste texto é uma homenagem a quem imortalizou este bordão e muitos outros. "Afunda! Afunda! Afundou!" e "Uh Tererê!" podem ser colocados também. Quem não se lembra do Gilsão Mão-de-Pilão? E quando um time errava um passe: "Camisa quase igual, hein", por mais distintas que fossem as camisas.
O esporte brasileiro perdeu um de seus mais célebres locutores, Marco Antônio Matos. Sempre lembro minha infância, jogos de vôlei e a inconfundível narração de Marco Antônio, comentários do professor Paulo Russo. A narração vibrante de Marco Antônio a cantar "Uau! Um ace!". E no futebol: "Pênalti para o Palmeiras... Edmundo... Afunda! Afunda! Gooooooolll... Tá la dentro, é do Palmeiras..." Fique claro, que não sou palmeirense, mas este gol de pênalti de Edmundo, bateu na minha memória agora.
Após muitos anos de crônica esportiva de Marco Antônio, não vejo um herdeiro legítimo dele na locução. O timbre de voz dele era dos mais belos da crônica esportiva brasileira. Fará falta. Descanse em paz, Marco Antônio, sua voz abençoada continuará nas nossas memórias e seus bordões também. No match point da vida, você venceu.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @11:26 > Opiniões:



SP x RJ

A pergunta deixada no final do meu último post deu resultado. Não contabilizei, mas nos comentários enviados percebi que a maioria elegeu o Campeonato Carioca como o mais empolgante deste ano. Futebol tem de existir em qualquer lugar. Até aqui em germânicas terras catarinenses deveria ter ao menos um time decente. Mídia, bairrismo, seja lá o que for, não é para entrar aqui. Já que a discussão agora é tipicamente regional: Paulistas x Cariocas. Apenas eles, sem gaúchos, mineiros, paranaenses, catarinas ou paraguaios.
Durante minha curta vida futebolística, cuja marca inicial remeto aos cinco anos (razões pessoais), essa discussão sempre existiu. No longínquo dos anos 80, quem dominava a cena eram os cariocas. Zico e Dinamite faziam a cabeça dos torcedores. Maracanã lotado era uma festa. Na década seguinte, o jogo virou. O São Paulo de Telê, o Palmeiras da Parmalat e o Corínthians de Marcelinho dominaram o cenário nacional.
Agora no começo deste novo milênio, qual dos dois estados vai mostrar um melhor desempenho? Embora o carioca deste ano esteja com bons atrativos, acredito que o futebol paulista ainda mostra superioridade. Os times do interior do maior estado brasileiro têm muito, mas muito mais força que os interioranos cariocas. E, apesar das falhas, a administração dos clubes paulistas ainda é "mais profissional" que nos clubes do estado vizinho. Quem está com mais jogadores na seleção? Neste outro quesito também dá SP.
Enquanto a bola rolar, resta torcer. Quem sabe o Marcílio Dias realmente chega a Tóquio e, em um futuro próximo, essa discussão seja assim: qual o melhor campeonato, o Catarinense ou o Paranaense?

Agora com Oswaldo, precisamos voltar a cantar o "Todo Poderoso Timão". Ou então a coisa desanda de vez...

Abraços
comentários por ALEX GRUBA BARBOSA @08:12 > Opiniões:


Terça-feira, Fevereiro 17, 2004

Pequenos grandes Catarinas

Encravado na capital do Vale do Itajaí, longe do futebol. Tudo relacionado a futebol está longe de Blumenau. Os dois times citadinos disputam apenas a série B do campeonato estadual. Já para assistir a uma partida da principal divisão, preciso percorrer cerca de 50 quilômetros. O time mais próximo da minha casa é o líder do grupo B do Campeonato Catarinense, Marcílio Dias, de Itajaí. Na alcunha de Velho Marujo, o esquadrão da cidade localizada na foz do rio mais importante da região foi capaz de uma façanha. Ganhar do Figueirense, time estadual que disputa o principal campeonato nacional. Façanha também faz o Caxias, de Joinville, no grupo A. Despencando os tradicionais Cricúma e Avaí, a equipe joinvillense lidera sua chave.
Nestas terras onde o principal esporte chama-se "Chope em Metro" fica difícil acompanhar a bola rolar nos gramados. É difícil saber que em pleno domingo com clássicos no Maracanã, Morumbi, Olímpico e Mineirão, a televisão aqui exibe um Caxias X Avaí. É surpreendente a fraqueza dos times locais. Alguns lances deixam até minha vovó envergonhada.
Mas o que me surpreende é ver que, na caça pela distração do futebol, quem não tem cão com pedigree não fica triste. As torcidas do Velho Marujo e Caxias, os dois líderes, estão empolgados. Para quem quiser conferir, basta passar em frente ao estádio dos dois times para notar a empolgação da galera.
E é o povo quem ganha. Sempre. A imprensa ajuda, o time entra em campo e faz o seu papel. Sempre que encontro alguém que more no litoral e goste de futebol escuto um novo comentário. O mais recente foi saber que tem itajaiense acreditando que o Marcílio Dias vai a Tóquio.
Pessoalmente, o Japão está longe e não me cativa. Queria mesmo era ir para Itajaí, onde tem futebol. Aprendi esta lição com os pequenos grandes catarinenses. Não interessa onde seu time vai. O importante é se ele está perto de você.

Saudades do Corínthians, ainda que lanterna do Paulistão. Bons tempos de meus domingos nas tardes divertidas junto aos torcedores e torcedoras que se encontravam na "curvinha" do Pacaembu nos jogos do Timão.

E afinal...
o campeonato carioca está mais emocionante que o paulista este ano?

Gruba
comentários por ALEX GRUBA BARBOSA @05:16 > Opiniões:


Segunda-feira, Fevereiro 16, 2004

Epopéia Romaníaca

Grande Apucarana. Estádio Bom Jesus da Lapa. Roma X Cianorte.
Este foi o meu destino na ensolarada tarde de ontem na capital do boné. Eu, meu pai e meus amigos Jão e Curió fomos assistir ao jogo que poderia garantir o Roma na próxima fase do Paranaense-04.
Chegando ao estádio o primeiro fato curioso: o cambista vende os ingressos mais barato que na bilheteria. Eu explico: o ingresso antecipado custa 5 reais, na hora o preço é 10, por isso muitos vendem a 7, 8 reais. Como sabíamos onde comprar pagamos 5ão.
Adentramos ao Bom Jesus e vejo cerca de 4000 apucaranenses preparados para levar o Roma a mais uma vitória. Sentamos no meio do campo e em poucos minutos estamos contagiados pela batida da Romaníacos, a torcida organizada do time cor tabajara.
Antes do jogo, aumento o meu vocabulário, descubro a existência de palavrões e combinações destes antes impensados, graças a turma do amendoim do Roma que hostiliza o time azul do Cianorte.
O jogo começa e o querido time cor tabajara parece ter medo, são sete jogadores postados atrás. Mas isso não impede a equipe da Grande Apucarana de criar a primeira chance.
Valdo, o canhão de Apucarana, bate uma falta na diagonal com força para dentro da área. Tainha, o artilheiro, domina, gira e chuta por cima. Apesar disso é o Cianorte quem pressiona, com um centroavante que lembra o bom Dagoberto e um meia/ponta esquerda bom de bola, o time azul cria dificuldades para a defesa do Roma, que conta com o ótimo Kullman, um alemão muito bom de bola. O primeiro tempo mostra aos torcedores um belo lance do Cianorte, um dos meio campistas da equipe tenta encobrir o goleiro Colombo do meio da rua, mas o arqueiro do Roma, se recupera a tempo.
O segundo tempo começa e o time de Apucarana chega junto. Em dez minutos, o Roma já havia criado mais que em todo o primeiro tempo e eis que começa a aparecer um vilão no jogo: o bandeira.
Joãozinho Paulista domina no meio campo, gira e coloca Tainha na cara do gol, mas o mal caráter vestido de preto levanta a sua bandeira e impede a torcida romaníaca de explodir em alegria.
Mas o Roma segue na pressão e uma falta coloca o canhão Valdo em boas condições. Neste momento, o time cor tabajara muda e o esperto Dário entra rápido no lugar de Cícero, recebe de Valdo cruza para Joãozinho Paulista que a um metro do gol pega de canela, a bola sobe e o zagueiro do Cianorte em cima da linha estica sua perna e tira a bola que havia entrado pelo menos meio metro. E eis que um cidadão não acompanha os pulos da torcida e fica plantado na linha de fundo não validando o sofrido gol do Roma.
Mas o pior ainda estava por vir. Aos 32 do segundo tempo em uma bola boba cruzada na área do Roma, Samuel cabeceia, a bola desvia na zaga e o Cianorte abre o placar.
O time azul que estava satisfeito com o empate se fecha mais ainda e mantem o empate apesar do empenho do time de Apucarana.
No final a sensação de injustiça, a vontade de bater no bandeirinha, mas uma certeza: sou Romaníaco.

Desculpem, acho que o post ficou meio grande...rsrsrsrs...
comentários por EDUARDO BRESSAN BRESCIANI @21:30 > Opiniões:


Sábado, Fevereiro 14, 2004

Argh!

Simplesmente tenebroso o novo uniforme da Seleção Brasileira de Futebol. Muitas pessoas chegaram ao mesmo verdicto: "Cadê o Rui Chapéu? Pois aquilo parece uma camisa de time de sinuca."
A Nike errou a mão mais uma vez. A CBF errou mais ao renovar com a empresa e a aceitar este design ridículo. Tirando o número no círculo e a faixa verde atrás, até que fica bonito, mas assim (do jeito que está) é uma ofensa ao futebol brasileiro.
Um uniforme que eu achei bonito, foi aquele que tinha detalhes nas mangas e ombro e o número bem grosso atrás (foi a primeira ou segunda camisa da Nike). A mais bonita, foi a da Copa de 1994, feita pela Umbro, com detalhes em degradê.
Espero que este uniforme mude logo...

E você, qual o mais bonito e o mais feio uniforme que a Seleção teve até hoje?
comentários por LEONARDO BONASSOLI @18:22 > Opiniões:


Sexta-feira, Fevereiro 13, 2004

O Uniforme da Seleção

Aqui está, então, o novo uniforme da seleção brasileira.


comentários por JACKSON SARDA @18:34 > Opiniões:


Quinta-feira, Fevereiro 12, 2004

Ainda, A Libertadores

Realmente, esta rodada da Copa Libertadores da América chamou bastante a atenção.
Estava eu, ontem, acompanhando pela TV a estréia do São Paulo Futebol Clube na competição.
Tratava-se do retorno do tricolor paulista à Libertadores, depois de 10 anos, após memoráveis jornadas e títulos que emocionaram o país inteiro.

O jogo era contra o Alianza Lima, do Peru.
E lembrei-me instantaneamente da Libertadores do ano de 2000, onde o meu querido Clube Atlético Paranaense estreava na competição, contra o mesmo Alianza Lima, e no mesmo estádio do jogo de ontem, na capital peruana.
Havia sido uma memorável jornada. O Furacão aplicou um chocolate na equipe peruana, metendo um 3x0, que acabou saindo barato para a equipe de Lima.

Ao contrário de outros clubes por aí, que estréam levando sonoras goleadas, e envergonhando o país, o Furacão, nesta ocasião, estreava encantando o país.

E ontem, no mesmo estádio e contra a mesma equipe, o São Paulo não fez feio e venceu a partida.
2x1, com grande destaque ao golaço de falta do polêmico Rogério Ceni.

Tenho minhas ressalvas contra Rogério Ceni, mas devo admitir que ele é um cara de presença, fala bem, e às vezes defende bem.
Além disso, ele pretende se candidatar à presidência do São Paulo.
Não sou são-paulino, mas desde já desejo boa sorte para Rogério Ceni, e acho que ele poderá vir a ser um bom presidente para o clube do Morumbi.

P.S.: Ainda sobre a Libertadores, destaque também para o Cruzeiro, que, apesar de ter pêgo um grupo MUITO fácil, está com 100% de aproveitamento.
E destaque para o São Caetano, que já meteu um 4x0, e mostrou que também é um time copeiro.
O "Grêmio de São Paulo", comandado pelo competente Tite, está mostrando que gosta de Libertadores, pois costuma ir bem nesta competição.
O que falta agora, é não amarelar, e ganhar um título, para ser definitivamente respeitado.


comentários por JACKSON SARDA @15:02 > Opiniões:


Quarta-feira, Fevereiro 11, 2004

Post criado apenas para tirações de sarro de times que tomaram 4 na Libertadores

Pronto, discutam o que quiserem. Eu não falarei nada aqui, senão daqui a pouco estão me chamando de invejoso. Digam: o que vocês acharam da rodada inicial da Libertadores? Qual foi o gol mais bonito da rodada? Quem foi o destaque positivo e quem foi o negativo?
comentários por BRUNO ROLIM @09:36 > Opiniões:


Segunda-feira, Fevereiro 09, 2004

Filme Repetido? Não, é 2ª parte.

Não sou analista de futebol, mas o desmanche do Paraná Clube vem sendo feito desde a gestão Dilso Rossi. A grande plataforma que elegeu a chapa de Rossi eram os investimentos no clube social. Rossi não melhorou o patrimônio social e nem continuou os trabalhos de Ernani Buchmann no futebol.
No ano seguinte, a nova gestão, a de Enio Ribeiro, separou o clube social e o clube de futebol, numa tentativa de salvar ambos. Mas novamente vimos sucessivos erros nas duas áreas.
Até que no ano passado se acordaram. E tentaram jogar o colete salva-vidas para o naufrago que já se afogara.
A diretoria investiu em um time tecnicamente melhor que os anteriores mesmo sem ter como pagar por isso e ainda expôs as suas revelações. Os times com maiores possibilidades financeiras levaram os jogadores do elenco paranista a um preço bem barato. E Paraná já com os caixas no vermelho não pode montar um time a altura do que estava sendo desmanchado.
Para qualquer clube isso não seria um problema, afinal os jogadores revelados pelas categorias de base momentaneamente suprem essa deficiência. Mas onde estão as categorias de base do Paraná Clube? Até a gestão Disso Rossi, o Paraná Clube formava excelentes jogadores. Daí saíram Ricardinho, Tcheco, Ilan e outros tantos. Mas o sucateamento do clube atingiu o seu principal pilar de sustentação.
E a diretoria do Paraná dá a leve impressão de que tudo corre as mil maravilhas. A verdade é que os reforços só virão quando o Paraná estiver prestes a estrear no Brasileiro 2004 ou na Copa Sul-Americana. Até lá a grande cena será o fiasco no Paranaense e as suas perdas.
Por mais que tudo pareça uma boa reprise da sessão da tarde, isso não passa da segunda parte desse filme modorrento.


comentários por LUCAS GANDIN @15:56 > Opiniões:



Sugestões

Devido à grande repercussão de meu texto anterior (Paranaense 2004 - Rumo ao Fracasso), resolvi dar sugestões de melhorias na forma de disputa do certame estadual, que de maneira ideal, deveria ser uma divisão de acesso para os torneios regionais (no caso Copa Sul ou Sul-Minas).
Porém, sendo do jeito que é, é útil dar sugestões para que se torne mais atraente para público e patrocinadores. Considero 16 times um número excessivo, doze o máximo possível e oito, o ideal. Ter menos times significa mais cota de transmissão para cada um, disputa mais próxima, maior facilidade de se fazer acordos com todos os times. Para sobreviver num campeonato enxuto é preciso montar bons times, então há a tendência de se nivelar por cima. Darei três sugestões de fórmula sendo uma para 16 times (número que se mantém atualmente provávelmente por motivos políticos, pois o campeonato tornou-se anti-econômico), outra para doze e outra para oito, respeitando o limite de 16 datas, que estão sendo usadas neste ano. Nada de vaga em Série C para time de Torneio da Morte, que é impreterível quando há 16 times jogando em 16 datas, pois salvar-se já é um prêmio suficientemente grande. E se os times reclamarem de falta de calendário, é só promover um torneio do naipe da Copa Sesquicentenário para o segundo semestre. Vamos lá, então:

Campeonato com 16 times (é gente... é muito time...)
1ª Fase
- 2 grupos (A e B) de 8 times, com sorteio dirigido e baseado nas posições do último campeonato
- Turno único dentro do grupo. (7 datas)
- Classificam-se os quatro melhores de cada chave.
- Rebaixamento por meio de torneio da morte, já que os últimos colocados dos grupos não jogaram contra os mesmos times na primeira fase.
2ª Fase
- 2 grupos com quatro times cada, sendo Grupo 1: 1ºA, 2ºB, 3ºA, 4ºB e Grupo 2: 1ºB, 2ºA, 3ºB, 4ºA.
- Turno e returno dentro do grupo (+ 6 datas, somando 13 desde o início do campeonato).
- Classifica o campeão de cada grupo.
3ª Fase (Final)
- Ida e Volta, o time com melhor campanha entre os finalistas, decide em casa (+ 2 datas, total de 15 datas).

Campeonato com 12 times (o que considero o máximo aceitável)
1ª Fase
- Chave Única
- Turno Único (11 datas)
- Classificam os 4 primeiros colocados.
- Rebaixamento por classificação, pois todos os times jogaram entre si na primeira fase.
2ª Fase
- Confrontos Ida e Volta: 1º X 4º e 2º X 3º (+ 2 datas, somando 13 desde o início do campeonato).
3ª Fase
- Ida e Volta, o time com melhor campanha entre os finalistas, decide em casa (+ 2 datas, total de 15 datas).

Campeonato com 8 times (o ideal)
Fase Única
- Chave Única
- Turno e Returno (14 datas)
- Rebaixamento: por classificação na fase única.
- Campeão: quem somar mais pontos nas 14 partidas e 42 pontos colocados em jogo.

Em suma: Regulamento bom é regulamento simples.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @00:18 > Opiniões:


Sexta-feira, Fevereiro 06, 2004

Piada Interna

Saulo será técnico vitalício do Paraná Clube. Ele disse que só sai quando o time melhorar.
comentários por LUCAS GANDIN @12:33 > Opiniões:



O novo uniforme de Camarões


Como se veste isso?

comentários por BRUNO ROLIM @11:23 > Opiniões:


Quinta-feira, Fevereiro 05, 2004

O Caráter Underground da Copa do Brasil

Bom. Passadas as discussões em relação a pichação sobre o Galvão Bueno, muito divertida por sinal, vamos para a Copa do Brasil, que, segundo o nosso amigo Daniel Navarro, foi um dos criadores dessa competição.

Alguns amigos meus, como o polêmico Rodrigo Nasuno, por exemplo, acham a Copa do Brasil o melhor campeonato disputado em terras tupiniquins.

E eu tenho que admitir que também sou fascinado pela Copa do Brasil. Mas, não tanto pelo seu nível técnico, e sim, pelo caráter underground que esta competição possui.

Todos os Estados desta nossa gigante nação participam deste campeonato. Nem que seja por um jogo só, mas TODOS os Estados brasileiros têm os seus representantes disputando o campeonato.

E vocês repararam nos jogos desta rodada inicial?
Uma verdadeira salada, uma verdadeira miscelânia futebolística, onde interior e litoral, cerrado e pampas, planície amazônica e caatinga, floresta das araucárias e mangue,..., enfim, todo mundo se encontra e faz do futebol a verdadeira festa nacional.

Ontem, tivemos, para tomar como exemplo:

Prudentópolis x São Gonçalo-RN.
Caramba, que jogo underground!

Caxias, de Joinville x Fluminense-RJ.
Outro jogo pra lá de exótico!

Flamengo-PI x Vasco-RJ
Trata-se de um Fla x Vas, mas não é o clássico dos milhões.

Paranavaí x Gama
Oportunidade única para estas equipes se cruzarem

Maranhão x Botafogo-RJ
Outro jogo exótico, onde o clube de General Severiano obteve um ótimo resultado.

América-RJ x Londrina
Mais um jogo underground, onde colocaram o Ameriquinha na competição, mas ele não correspondeu.

Enfim. Não sei a tabela inteira da Copa do Brasil, mas sei que confrontos tão exóticos quanto, ou mais exóticos ainda, em relação aos mais citados, ocorreram, e continuarão a ocorrer, nesta que é, sem dúvida, a competição mais democrática do Brasil.

P.S.: Quero parabenizar o meu grande amigo Leonardo Bonassoli, pelo seu texto "Os Quatro Elementos da Natureza", publicado na sessão ¿Fala Atleticano¿, do qualificado e competente site furacao.com

Parabéns Leonardo, você vai longe!

comentários por JACKSON SARDA @14:19 > Opiniões:


Terça-feira, Fevereiro 03, 2004


comentários por JACKSON SARDA @16:30 > Opiniões:


Segunda-feira, Fevereiro 02, 2004

Retrospectiva - Paranaenses na história dos Brasileiros - 1996

Primeira Divisão
A partir de agora, o número de clubes do Brasileiro se estabilizou (em termos, pois a intenção desde 1998 foi de reduzir para 20 clubes. Com as constantes viradas de mesa, não conseguimos até agora, ficamos oscilando entre 24, 26, 28, 26, 24, 22, 24, 26...) em 24 clubes. A armada paranaense triplicou: ao lado do Paraná, Atlético e Coritiba ressurgiram em alto estilo, após fazerem a dobradinha na Segunda Divisão de 1995.

Primeira fase: Turno único, qualificam-se os 8 melhores para as quartas-de-final (a tabela será organizada por rodadas, visto haver uma desordem na tabela). Caem (deveriam cair) os dois últimos:

1ª rodada: Sport 0x1 Paraná, Goiás 3x1 Atlético e Coritiba 2x0 Juventude
2ª rodada: Atlético 1x0 Botafogo, Paraná 0x0 Goiás e Vitória 1x0 Coritiba
3ª rodada: Atlético 3x1 Bragantino, Atlético-MG 3x1 Paraná e Palmeiras 5x0 Coritiba
4ª rodada: Portuguesa 2x0 Paraná, Bahia 2x0 Atlético e Coritiba 1x0 Atlético-MG
5ª rodada: Atlético 0x1 Corinthians, Paraná 3x0 Guarani e Sport 3x0 Coritiba
6ª rodada: Palmeiras 4x1 Paraná, Atlético 0x0 Cruzeiro e Coritiba 4x1 Bahia
7ª rodada: Flamengo 1x0 Atlético, Coritiba 1x3 Santos e Paraná 0x1 Corinthians
8ª rodada: Atlético 3x1 Grêmio, Botafogo 4x1 Coritiba e Paraná 1x2 Vasco
9ª rodada: Coritiba 1x1 São Paulo, Atlético 2x1 Vasco e Vitória 4x0 Paraná
10ª rodada: Portuguesa 2x0 Atlético, Guarani 2x0 Coritiba e Paraná 0x0 Grêmio
11ª rodada: Juventude 2x0 Paraná e Atlético 1x0 Coritiba
12ª rodada: Coritiba 3x1 Fluminense e Paraná 1x4 Atlético
13ª rodada: Atlético 3x0 Vitória, Bragantino 1x0 Paraná e Criciúma 0x0 Coritiba
14ª rodada: São Paulo 3x3 Atlético, Paraná 2x0 Cruzeiro e Coritiba 0x1 Internacional
15ª rodada: Atlético 2x0 Palmeiras*, Bragantino 3x1 Coritiba e Flamengo 1x4 Paraná
16ª rodada: Coritiba 1x0 Paraná e Juventude 0x2 Atlético
17ª rodada: Atlético 6x2 Sport, Paraná 2x0 Criciúma e Vasco 2x3 Criciúma
18ª rodada: Internacional 0x2 Atlético, Fluminense 0x2 Paraná e Coritiba 0x1 Goiás
19ª rodada: Paraná 1x1 Botafogo, Atlético 0x0 Guarani e Cruzeiro 0x0 Coritiba
20ª rodada: Coritiba 0x0 Flamengo, Internacional 2x1 Paraná e Fluminense 2x3 Atlético**
21ª rodada: Santos 3x2 Atlético, Paraná 2x1 Bahia e Grêmio 0x2 Coritiba
22ª rodada: Atlético-MG 3x2 Atlético, Santos 0x3 Paraná e Coritiba 4x0 Portuguesa
23ª rodada: Atlético 1x2 Criciúma***, Paraná 1x1 São Paulo e Corinthians 1x1 Coritiba
* caía aqui uma invencibilidade de 20 jogos do Palmeiras de Luxemburgo.
** um dos episódios mais deprimentes da história do futebol brasileiro, quando torcedores do Fluminense quase mataram o goleiro atleticano, após mais uma derrota.
*** a vingança.

Atlético: 4º colocado - 39 pontos, 23 jogos, 12v, 3e, 8d, 41gp, 28gc, 13sg (qualificado para a segunda fase)
Coritiba: 13º colocado - 30 pontos, 23 jogos, 9v, 3e, 11d, 25gp, 30gc, -5sg
Paraná: 16º colocado - 28 pontos, 23 jogos, 8v, 4e, 11d, 24gp, 30gc, -6sg

Quartas-de-final:
Ida: Atlético-MG 3x1 Atlético
Volta: Atlético 1x0 Atlético-MG

Classificação final:
Atlético: 8º colocado - 42 pontos, 25 jogos, 13v, 3e, 9d, 43gp, 31gc, 12sg
Coritiba: 13º colocado - 30 pontos, 23 jogos, 9v, 3e, 11d, 25gp, 30gc, -5sg
Paraná: 16º colocado - 28 pontos, 23 jogos, 8v, 4e, 11d, 24gp, 30gc, -6sg.

Segunda Divisão
Contou com 25 clubes em 1996 - seriam 24, mas o América-MG havia sido suspenso em 1994 e voltou em 1996, na Segunda. Apenas o Londrina como paranaense.

Primeira fase: 5 grupos de 5 equipes, 3 classificados por grupo mais o melhor quarto.

25/ago - Ponte Preta 1x1 Londrina
28/ago - Volta Redonda 5x0 Londrina
5/set - Londrina 1x1 Goiatuba
8/set - Londrina 2x1 Volta Redonda
19/set - Goiatuba 0x1 Londrina
22/set - Mogi Mirim 3x0 Londrina
6/out - Londrina 0x3 Mogi Mirim
13/out - Londrina 3x1 Ponte Preta

Londrina: 3º colocado do grupo E - 11 pontos, 8 jogos, 3v, 2e, 3d, 8gp, 15gc, -7sg (qualificado para as oitavas-de-final)

Oitavas-de-final:
20/out - Londrina 1x1 XV de Piracicaba
27/out - XV de Piracicaba 0x2 Londrina

Quartas-de-final:
2/nov - Londrina 1x0 Remo
10/nov - Remo 1x0 Londrina (2x4)

Quadrangular final: sobem os dois primeiros.

17/nov - América-RN 2x1 Londrina
20/nov - Londrina 1x1 Náutico
24/nov - Londrina 1x1 União São João
1/dez - União São João 3x2 Londrina
4/dez - Náutico 3x0 Londrina
8/dez - Londrina 3x1 América-RN

Londrina: 4º colocado - 5 pontos, 6 jogos, 1v, 2e, 3d, 8gp, 11gc, -3sg.

Terceira Divisão
"Apenas" 60 equipes disputaram a Terceira Divisão de 1996 - quatro paranaenses: Cascavel, Rio Branco, Matsubara e União Bandeirante.

Primeira fase: 16 grupos variando entre 2 e 5 equipes. Sei que classificaram-se 32 equipes, não entendi muito bem o critério.

25/ago - União Bandeirante 2x3 Comercial-SP, Matsubara 1x1 Botafogo-SP, Cascavel 0x1 Caxias
29/ago - Corinthians(PP) 5x3 Matsubara
1/set - União Bandeirante 0x0 Botafogo-SP, Comercial-SP 2x3 Matsubara, Sãocarlense 1x1 Rio Branco
4/set - Sorocaba 3x1 Rio Branco e 5/set - Chapecoense 2x1 Cascavel
7/set - Matsubara 0x0 União Bandeirante e 8/set - São Luiz-RS 2x0 Cascavel
9/set - Rio Branco 2x2 Jaraguá-SC
12/set - Corinthians(PP) 2x1 União Bandeirante
15/set - União Bandeirante 2x1 Corinthians(PP), Jaraguá 0x0 Rio Branco, Cascavel 4x1 São luiz-RS
18/set - União Bandeirante 0x0 Matsubara, Rio Branco 4x2 Sorocaba
22/set - Botafogo-SP 4x1 Matsubara, Rio Branco 2x0 Sãocarlense, Cascavel 1x0 Chapecoense
25/set - Matsubara 1x4 Comercial-SP
26/set - Botafogo-SP 1x2 União Bandeirante
29/set - Matsubara 2x3 Corinthians(PP), Comercial-SP 0x0 União Bandeirante, Caxias 2x3 Cascavel

União Bandeirante: 4º colocado do grupo 13 - 10 pontos, 8 jogos, 2v, 4e, 2d, 7gp, 7gc, 0sg
Matsubara: 5º colocado do grupo 13 - 6 pontos, 8 jogos, 1v, 3e, 4d, 11gp, 19gc, -8sg
Rio Branco: 2º colocado do grupo 14 - 9 pontos, 6 jogos, 2v, 3e, 1d, 10gp, 8gc, 2sg (qualificado para a segunda fase)
Cascavel: 2º colocado do grupo 15 - 9 pontos, 6 jogos, 3v, 0e, 3d, 9gp, 8gc, 1sg (qualificado para a segunda fase)

Segunda fase (32 equipes, mata-mata):
6/out - Rio Branco 4x0 Corinthians(PP) e Sorocaba 2x0 Cascavel
13/out - Cascavel 2x0 Sorocaba (2x3) e Corinthians(PP) 2x2 Rio Branco

Oitavas-de-final:
20/out - Rio Branco 1x0 Figueirense
27/out - Figueirense 2x0 Rio Branco
comentários por BRUNO ROLIM @11:50 > Opiniões:


Domingo, Fevereiro 01, 2004

Paranaense 2004 - Rumo Ao Fracasso

Um estado com três times na primeira divisão do país, um deles classificado para a Libertadores, merecia algo melhor. Merecia regras mais simples e que prendessem o interesse do público. Merecia uma divisão de grupos baseada no desempenho dos times no último campeonato. Merecia preços menores. Merecia dirigentes que ouçam o público. Merecia competência.
Mas o que temos é um atestado de burrice de nossos dirigentes e uma seqüência de trapalhadas. Tudo preparando o Campeonato Paranaense a ser um retumbante fracasso de crítica e público. Um fiasco tão imponente como as araucárias que aqui viviam a cantar ao sabor do vento frio do inverno do planalto.
Comecemos com o número de equipes: 16 é um número muito alto para os padrões de nosso futebol. O ideal seria no máximo doze. A definição dos grupos foi bastante inepta: norte e sul, sem se importar com o nível técnico. Pobre do Francisco Beltrão, que caiu no grupo sul e tem que viajar várias vezes de ônibus, cerca de 400 quilômetros para enfrentar seus adversários, que estão de Iraty para cá. O ideal, caso se optasse por sistema de grupos, seria fazer um sorteio dirigido com base no desempenho no ano passado. Poderia até ocorrer de cair os três da capital no mesmo grupo, mas seria por culpa do fraco desempenho de Atlético e Paraná no ano passado.
A primeira fase deste ano é disputada em dois grupos de oito (jogando em turno único e dentro do grupo) e se classificam seis, isto é: a fase é praticamente um torneio amistoso, sem muitas implicações para o futuro. As quatro equipes não classificadas (duas de cada grupo), jogarão um torneio da morte que valerá uma vaga na Série C do Brasileiro para o vencedor e duas vagas na Série A2 do Paranaense para os dois últimos. Agora imagine que dois dos quatro times que disputam divisões do Campeonato Brasileiro acima da terceira tenham se "classificado" para o Torneio da Morte. Aí poderíamos ter algo infame: um time rebaixado no estadual poderá disputar a Série C do Brasileiro.
O Campeonato só começará a valer de verdade quando os doze classificados forem disputar uma fase em que são divididos em dois grupos de seis e jogarão em turno único para classificarem os dois primeiros para fazerem o famoso cruzamento olímpico nas semifinais.
A inutilidade da primeira fase do campeonato é uma das causas da falta de público nos estádios, a outra é o aumento do preço dos ingressos. Os dirigentes parecem ter a mesma mentalidade de quem quer o aumento das passagens do transporte coletivo em Curitiba: "agora é quinze, mas seria ideal vinte, que seria barato". Barato para eles, que entram de graça. Poderia falar mais disso, mas acredito ter sido muito claro num outro texto que escrevi em dezembro.
Para completar, o campeonato será apenas transmitido pelo pay-per-view (a TV a Cabo vai ter prejuízo, eu acredito). Os clubes recusaram as propostas das TV abertas. Moral da história: ficaremos todos a assistir o Campeonato Paulista (que nem tem uma fórmula tão mais inteligente que a nossa), jogando por água abaixo ou protelando o sonho de ganhar a torcida do interior, que é acalentado por nossos dirigentes.
Em suma: Fórmula confusa e de péssimo gosto + baixo nível técnico + ingressos caros + televisionamento apenas para quem paga = Campeonato Paranaense 2004 = Provável Fracasso.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @08:35 > Opiniões: