Domingo, Junho 27, 2004
Tô sem tempo.
Final de faculdade é foda.
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BRUNO ROLIM @15:42 >
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Sábado, Junho 19, 2004
Laterais
Estava eu a assistir Portugal e Grécia, quando algo foi chamado a atenção: como são fracos os laterais portugueses. O apoio deles é nulo e acaba isolando o jogador que tenta fazer uma jogada pelos flancos, esyragando a jogada.
A seleção portuguesa tem um bom padrão de jogo, mas os laterais complicam. Talvez não seja só Portugal. Talvez eu esteja mal acostumado com os laterais brasileiros, espécie futebolística que faz ultrapassagens e overlapings, tabelando com jogadores que caem pelos flancos. Aqui no Brasil, acontece muitas vezes o oposto: o lateral fica isolado, esperando um outro jogador, geralmente meia, para tabelar.
Por isso, eu tenho que elogiar a intenção tática do Parreira: dois "segundos" volantes que caem pelos flancos ajudando os laterais para que se abra a defesa adversária, embora eu não seja muito adepto da teoria do abrir tocando, pois prefiro ataques rápidos e incisivos e muita movimentação na frente.
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LEONARDO BONASSOLI @23:22 >
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Sexta-feira, Junho 18, 2004
O sonho acabou...
O sonho do Tri campeonato da Libertadores já era. Num jogo em que foi melhor o São Paulo mais uma vez perdeu e a pergunta de sempre volta a tona: seria o Tricolor do Morumbi pipoqueiro? Sinceramente, desta vez não foi. O São Paulo jogou mais futebol que o Once Caldas e a derrota veio por desatenção e azar. Digo que não foi pipoqueiro porque ninguém se poupou, ninguém tirou perna de dividida, ninguém teve salto alto. O Tricolor foi sim incompetente e irresponsável. O tempo de posse de bola e as oportunidades criadas deveriam ter sido convertidas em gol e talvez o seriam se o time não tivesse ficado tão feliz com o empate. O São Paulo parecia ter certeza que venceria nos pênaltis por tanta cera que fez, mas o futebol veio ensinar uma lição...
Depois do sonho, o pesadelo
O fim da Libertadores pode ser também o fim deste equilibrado time do São Paulo, sem dúvida o melhor do país no momento. Gustavo Nery, Luís Fabiano, Fábio Simplício, Alexandre e Marquinhos estão de saída. E Cuca, se não estiver de saída também, terá problemas para organizar a equipe para a sequência do campeonato nacional. É só mais um exemplo da fragilidade de nosso clubes, que não conseguem nem atrair grandes jogadores, nem segurar os que ainda temos...
Ps: Não estava fugindo não, só ando correndo bastante, por isso a demora para falar da eliminação...
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EDUARDO BRESSAN BRESCIANI @15:23 >
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Quinta-feira, Junho 17, 2004
Apelo
Pessoal desculpe-me por usar o espaço de um post para fazer um pedido. Estou precisando das músicas "90 milhões em ação..." e "a taça do mundo é nossa" com urgência. Se alguém tiver as músicas e puder enviá-las para mim em um formato compatível para ser gravado em CD e ser tocado em aparelho de CD, eu agradeço.
Meu e-mail é: imeiodolucas@yahoo.com.br
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LUCAS GANDIN @17:11 >
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Domingo, Junho 13, 2004
Tem Euro? Tem sim senhor!!!
Sim, já começou o maior espetáculo do futebol d'além mar. A Eurocopa 2004, lá na terrinha de Cabral. Dezesseis seleções, dezesseis sonhos de ter o continente aos pés.
O favoritismo fica por conta dos franceses (Zidane, Pires, Henry e Cia.), dos ingleses (Beckham, Owen e Cia.) e dos espanhóis (Raul, Morrientes e Cia.). Por fora, estão Portugal (Figo, Deco, Pauleta e Cia.), República Checa (Nedved e Cia.), Itália (Totti, Del Piero e Cia.) e bem por fora a Alemanha (Ballack, Klose e Cia.). A Alemanha, que num amistoso contra a Hungria (que está fora) foi derrotada por 2 a 0 (gols de Torghelli, aquele que fez um contra o Brasil), está bem desacreditada, mas costuma crescer em competições (vide última Copa do Mundo).
Faço minha aposta de que Portugal, o time da casa irá longe na competição. França brigará pelo título e a Letônia poderá ser a surpresa, pois estará de franco-atiradora. Façam suas apostas, pois o esférico está a rolar, ó pá.
Resultados do primeiro dia (computados após a redação do texto...)
Portugal 1X2 Grécia
Espanha 1X0 Rússia
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LEONARDO BONASSOLI @09:18 >
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Isto deveria estar no ar na quinta, mas devido à "modemnidade" e ao caos de uma companhia telefônica que eu não cito o nome (pois nem ela e nem a concorrente nos patrocinam), está no ar agora e pode estar defasado.
Saldão do Balanço
O Campeonato Brasileiro deu uma parada de duas semanas (todos perceberam, óbvio). Os clubes aproveitaram esta parada para se ajeitar (pelo menos é o que se espera). Mas para o Atlético Paranaense, por exemplo, a parada pode ter sido o famoso clichê da faca de dois gumes.
- Por quê? - Pergunta um leitor.
Pelo fato de que antes da parada a equipe estar num crescente. Veja os três últimos resultados do Furacão: venceu o Santos na Arena, goleou o Corinthians no Pacaembu e ganhou de maneira convincente do Cruzeiro na Arena. Três resultados contundentes que deram ao rubro-negro das araucárias a quarta posição no certame, apenas um ponto atrás dos líderes.
Ainda sob o comando do interino Júlio Piza, a equipe teve um início tremido e catastrófico, acendendo o alerta vermelho dos catastrofistas e de até uns otimistas. A derrota contra um São Paulo foi quase um acidente de percurso, mas poderia ser evitada com uma melhor postura do time em campo, já que o Atlético dominou a maior parte do jogo. Contra o Figueirense, um desastre em casa: uma goleada de 3 a 0, torcida brigada com a diretoria por causa do preço dos ingressos, um time e um clube inteiro em parafuso. Caiu o interino e este parágrafo também.
Com um novo interino, Lio Evaristo, o Furacão atropelou o Paysandu no Mangueirão, 3 a 0, e mostrou que o problema não estava na capacidade do time e sim no ambiente e no comando. Assim começou a ser invertida a espiral descendente, iniciando-se a subida da equipe na tabela. A contratação de Levir Culpi foi um sinal de que tudo poderia melhorar, pois o treinador curitibano já havia sido campeão com o clube no passado e tem um bom relacionamento com a imprensa, que foi um fator de instabilidade durante a gestão de Mário Sérgio. O empate no Atletiba foi um resultado normal, mas que ajudou a dar um pouco de confiança à equipe.
Contra o Guarani, em Campinas, um empate com sabor de derrota, pois houve um pênalti não marcado que poderia dar a vitória ao Furacão. A primeira vitória sob o comando de Levir Culpi veio finalmente no jogo contra o Santos, adversário dificílimo. Uma vitória tática de Levir contra Luxemburgo, um duelo de muitas mudanças inteligentes, praticamente um xadrez futebolístico.
No jogo contra o Corinthians uma surpreendente goleada, com um show de Jadson, Ilan (que não marcou, mas fez assistências) e Dagoberto. O Corinthians não vence o Atlético há alguns anos, mas goleadas não são muito comuns. Outra curiosidade deste duelo é a preponderância de quem joga fora.
Contra o Cruzeiro, a sacramentação da boa fase. Uma vitória indiscutível, apesar de um primeiro tempo não tão inspirado, no segundo brilharam as estrelas de Jadson, Dagoberto, Marinho, Fabiano Viegas, Marcão e os Corações Valentes: Washington e Alan Bahia (que havia ficado fora por duas semanas por conta de uma oblação).
Das mudanças de Levir, pode-se verificar algumas delas que foram fulcrais. Willian, que era improvisado na lateral-direita, parece ter ser encontrado seu lugar como segundo/terceiro volante. É um fenômeno interessante do Futebol Brasileiro e mundial: é mais fácil meia virar volante que volante virar meia. Assim foi com Kléberson, com Juninho Pernambucano e com Paulo Miranda.
Para o lugar de Willian na lateral, Raulen, meia que virou volante e que é improvisado na lateral. Como é uma improvisação, ainda não é o ideal, porém tem quebrado bem o galho na posição.
A zaga ficou mais madura: Marinho voltou à boa forma do início promissor de carreira no Guarani. Fabiano Viegas caiu como uma luva no esquema de Levir, pois quando entra mais um zagueiro (Rogério Correia), ele faz função de hora líbero hora primeiro volante. À frente da zaga temos Alan Bahia, pequeno no tamanho, grande na vontade, um verdadeiro cão de guarda. Bruno Lança ganhou o status de peça nobre de reposição, pois entrou muito bem quando foi requisitado.
No meio, Jadson ganhou mais liberdade para armar e criar as jogadas, passando a marcar apenas o próprio setor de jogo.
O time de Levir Culpi tem variações táticas, sendo que estas variações estão sendo melhor implementadas nesta parada. As variações são: 4-4-2 tradicional (2 zagueiros, 2 laterais, 2 volantes, 2 meias, 2 atacentes), 3-5-2 (3 zagueiros, 2 alas, 1 volante, 1 volante/meia[um híbrido como Willian], um meia, 2 atacantes), 4-3-3 (2 zagueiros, 2 laterais, 1 volante, 1 volante/meia[um híbrido como Willian], um meia, 3 atacantes) e um 3-6-1 Madrid (3 zagueiros, 2 alas, 1 volante, 1 meia, 2 pontas que voltam e 1 atacante de área). As mudanças entre estas formações diferentes não são muito grandes, são apenas adaptações de posicionamento e atroca de no máximo 1 ou 2 jogadores por formação.
Agora, se a parada foi boa para o Atlético, descobriremos nas próximas rodadas e ver ser as mudanças vão dar certo e se os outros times vão reagir. Até lá, bom feriado.
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LEONARDO BONASSOLI @09:17 >
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Sexta-feira, Junho 11, 2004
Corre, cavalo paraguaio, corre
Mesmo com o Morumbi lotado, o time do São Paulo não conseguiu passar de um zero a zero no primeiro jogo da semi-final da Libertadores da América. O equatoriano Once Caldas representa um problema que persegue a anos o que muitos chamam de melhor time do Brasil: o tricolor paulista larga bem, nada maravilhosamente, mas sempre um cãibra nos finalmentes tira a oportunidade do time conquistar um expressivo título. É o famoso Cavalo Paraguaio.
O passo rumo às semi-finais do mais importante torneio do continente foi mal dado. Foram inúmeras as chances de gol, todas desperdiçadas. E por alguns momentos o time equatoriano teve a chance de balançar as redes. Nada está perdido. Mesmo com a velha história de altitude, o São Paulo tem chances que ganhar em Guayaquil. Basta mostrar que tem hoje um dos melhores times brasileiros.
O que acontece com o tricolor do Morumbi?
Tentamos ver o histórico. Vou regressar apenas dois anos. Após quebrar o recorde de vitórias seguidas na competição, o São Paulo deixou o título nas mãos do Santos. Ano passado, disparou junto com o Cruzeiro, mas nas rodadas decisivas se afastou da ponta da tabela.
Tentamos ver a estrutura. É um dos clubes mais bem equipados do Brasil. Tem um ótimo centro de treinamento. Suas equipes de base não páram de revelar novos craques. Tenho comigo que deva ser o time que mais revelou craque nos últimos 15 anos no Brasil. Sempre contou com bons técnicos.
Tentamos, então, ver os outros. O inferno são os outros, já dizia Sartre. E acho que os outros é a única explicação para esta falta de títulos no Morumbi. O Santos surgiu como um furacão em 2002, e a rodo levou o Brasileiro. Em 2003, foi a vez do Cruzeiro, que honrou a mascote Raposa e com um brilhante campeonato conquistou o primeiro nacional por pontos corridos.
Para afastar deste mal de cavalo paraguaio, o São Paulo precisa entender que além de se superar, é preciso superar os outros para conquistar títulos.
Um abraço aos namorados, um beijos para as solteiras
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ALEX GRUBA BARBOSA @20:45 >
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Quarta-feira, Junho 09, 2004
Rumo ao TRI
O Morumbi lotado vai ver hoje o São Paulo dar mais um passo rumo à final da Libertadores. O jogo é especial porque depois de 10 anos o time tem a chance de disputar a sua quinta final do torneio sul-americano. O São Paulo é hoje com certeza o melhor clube do país. Poderá não ser o campeão brasileiro, poderá não vencer a Libertadores, mas isso não pode tirar o brilho desse time e de seu treinador, que estão levando o time dito pipoqueiro a se tornar o clube brasileiro com mais finais e se deus quiser com mais títulos da principal competição sul-americana. Vai TRIcolor!!! Rumo ao TRI!!!
Bom Senso
Uma notícia me surpreendeu. A CBF negociou com a Conmebol e se XV de Novembro ou Santo André conquistatem a Copa do Brasil poderão disputar o torneio continental. Nessas horas a gente passa a ter esperança na vida. Parabéns CBF!!! (Achei que nunca escreveria isso..)
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EDUARDO BRESSAN BRESCIANI @10:57 >
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Segunda-feira, Junho 07, 2004
Chile 1X1 Brasil - Poderia ser diferente e igual
Ficha Técnica
CHILE 1
1 (C) - Tapia
16- Rojas (saiu 46')// 22- Fuentes // 19- Olarra // 4- Perez
21- Martel (saiu 46') // 3- Maldonado // 18- Melendez (CA 65') // 20- González (saiu 55')
8- Pizarro
9- Navia (gol 89')
T: Juvenal Olmos
Substituições:
S: 16- Rojas E: 2- Alvarez (ent 46')
S: 21 Martel E: 25- Gallas (ent 46')
S: 20- González E: 17- Mirosevic (ent 55')
BRASIL 1
1- Dida
2 (C) - Cafu // 3- Juan // 4- Roque Júnior // 6- Roberto Carlos (CA 35')
7- Juninho Pernambucano (saiu 85') // 5- Edmílson (saiu 80') // 11- Edu
8- Kaká (saiu 71')
10- Luís Fabiano (gol 16') // 9- Ronaldo
T: Carlos Alberto Parreira
Substituições:
S: 8- Kaká E: 15- Júlio Baptista (ent 71')
S: 5 -Edmílson E: 17- Gilberto Silva (ent 80') (CA 90' + 2')
S: 7- Juninho Pernambucano E: 16- Alex (ent 85')
O Jogo
Muita correria (principalmente da parte do Chile) e pouca objetividade. Muitos erros de arbitragem. Pouca técnica por parte das três equipes: Brasil, Chile e arbitragem.
Destaques Positivos
- Edu: é bem melhor que Zé Roberto, fazendo uma função no time, coisa que Zé Roberto não tinha ou não fazia direito
- Edmílson: o ponto de equilíbrio da defesa.
- Kaká: foi quem levava a bola para o ataque.
- Dida: salvou o Brasil em vários lances, principalmente na bola aérea.
- Navia: um atacante de muita vontade. Premiado com um gol.
- Pizarro: o mais técnico do time chileno. Uma referência ofensiva.
- Maldonado: o pilar da defesa chilena.
- Fuentes: por baixo, anulou Ronaldo.
- González : infernizou Cafu.
Destaques Negativos
- Zaga Brasileira: A bola aérea contiuna sendo um tormento para a zaga mal posicionada. Lançamentos em profundidade também complicaram o Brasil.
- Zaga Chilena: Um jeito de viver perigosamente, além de cozinhar pipoca com a panela aberta, é jogar com a defesa em linha. Um erro tático. Contra um time com jogadores velozes, uma zaga à espanhola é um convite ao gol sofrido.
- Arbitragem: complicaram um jogo fácil. vamos enumerar os erros:
1- Pênalti não marcado de Roberto Carlos.
2- Gol impedido de Luís Fabiano.
3- Pênalti não marcado em Ronaldo.
4- Pênalti inexistente que originou o gol chileno.
Pensando bem, ficou elas por elas e mano a mano.
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LEONARDO BONASSOLI @17:47 >
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Domingo, Junho 06, 2004
Exercício de Abstração
No Brasil utilizam-se normalmente os primeiros nomes e/ou apelidos para designar um jogador. Há algumas exceções, como Júlio Baptista e Mauro Silva, por exemplo. E se utilizássemos apenas nome e sobrenome, como as exceções? Como ficaria? Teria a mesma graça? Será que Pelé seria o mesmo que E. Nascimento? Para que pensem nisso, vou fazer o efeito prático disso, escalando a Seleção Brasileira que enfrentou a Argentina desta maneira e fazendo o oposto com a seleção Argentina.
BRASIL
1- Nélson Silva
2- Marcos Moraes
3- Juan Santos
4- José Roque Jr.
6- Roberto Silva
5- Edmílson Moraes
7- Antônio Ribeiro Jr.
11- José da Silva Jr.
8- Ricardo Leite
10- Luís Clemente
9- Ronaldo Lima
T: Carlos Alberto Parreira
Entraram:
15- Júlio Baptista
16- Alexsandro de Souza
17- Eduardo Gaspar
ARGENTINA
12- Pablo Oscar
2- Gabriel
6- Walter
4- Facundo
8- Javier I (com ordinal ou indicação de origem)
3- Juan Pablo
5- Javier II (com ordinal ou indicação de origem)
14- Luis (podendo virar Luisão ou Luisinho)
19- Marcelo
18- Kily (já é apelido)
9- Hernán
T: Marcelo Bielsa (técnicos costumam ter ou ganhar sobrenome, vide Saulo de Freitas e Adílson Batista)
Entraram:
7- Javier El Pibe
16- Pablo
21- Mauro
Detalhe que a nomenclatura "brasileira" é usada com alguma freqüência em Portugal e na Espanha.
E aí? O que ficou parecendo?
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LEONARDO BONASSOLI @08:53 >
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Sexta-feira, Junho 04, 2004
Um Pouco de Brasil 3 X 1 Argentina
Talvez alguns achem meio tardio isto estar entrando no ar numa sexta, sendo que o jogo foi numa quarta. Mais os horários nem sempre confluem. Então:
Ficha Técnica
BRASIL 3
1- Dida
2(C)- Cafu (CA 35') // 3- Juan // 4- Roque Júnior // 6- Roberto Carlos
7- Juninho Pernambucano (Saiu 74') // 5- Edmílson // 11- Zé Roberto (CA 39')
8- Kaká (CA 45'+1') (Saiu 74')
10- Luís Fabiano (Saiu 92') // 9- Ronaldo (Gol 16', 67', 95')
T: Carlos Alberto Parreira
Substituições:
S: 7- Juninho Pernambucano E: 15- Júlio Baptista (Ent 74')
S: 8- Kaká E: 16- Alex (Ent 74')
S: 10- Luís Fabiano E: 17- Edu (Ent 92')
ARGENTINA 1
12- Pablo Oscar Cavallero (CA 94')
2- Gabriel Iván Heinze // 6- Walter Samuel // 4- Facundo Quiroga
8- Javier Zanetti (CA 81') // 5- Javier Mascherano (CA 32') // 3- Juan Pablo Sorín (Gol 79')
14- Luis González (Saiu 60') // 19- Marcelo Delgado (Saiu 35')
18- Kily González // 9- Hernán Crespo
T: Marcelo Bielsa
Substituições:
S: 19- Marcelo Delgado E: 21- Mauro Rosales (Ent 35') (Saiu 61')
S: 14- Luiz González E: 16- Pablo Aimar (Ent 60') (CA 80')
S: 21- Mauro Rosales E: 7- Javier Saviola (Ent 61')
O Jogo
Nenhuma das equipes estava inspirada. A Argentina veio com uma equipe pouco criativa. O Brasil também.
Sem Ronaldinho Gaúcho, Parreira desmontou o diamante de meio de campo, colocando um atacante de área, Luís Fabiano. Eu me pergunto: estará o futebol brasileiro com carência de segundo atacante? A pergunta se processa porque não havia nenhum outro jogador de ataque que não fosse centroavante.
Destaques Positivos
-> Ronaldo: decidiu o jogo na individualidade e fez seu hat-trick penal. O terceiro foi duvidoso, mas Ronaldo foi competente para converter e enganar três vezes o mesmo goleiro. Ronaldo é o Anti-Palermo.
-> Juninho Pernambucano: que volante cheio de atributos técnicos! Fez a ligação defesa-ataque com competência. Está se firmando como titular da seleção.
-> Edmílson: será que o Gilberto Silva volta?
-> Cafu: Muita saúde para um jogador de 34 anos. Quem se cuida é assim: tira o fôlego de muito garoto.
-> Juan Pablo Sorín: que atacante! Um ala esquerda que entra em diagonal e destrói defesas. Tem muito vigor físico e uma chegada ao ataque única e inconfundível. Gol merecido.
Destaques Negativos
-> Zaga Brasileira: a bola alta voltou a ser um tormento. Ainda bem que foi apenas a Argentina, cuja força principal não é o jogo aéreo. O problema é tão crônico que explica, por exemplo, o fato de o Brasil ser freguês da Noruega.
-> Zé Roberto: não é jogador de seleção. O Edu pode tranqüilamente fazer a mesma função, só que com, mais qualidade. Levou o segundo amarelo e não joga contra o Chile.
-> Kily González: apenas matou jogadas. Nem sombra do jogador que aterroriza defesas.
-> Hernán Crespo: com uma Argentina sem a fagulha da criatividade, a bola não chegou no centroavante.
Questão de Ordem
Chile às 22 horas. Será tática ou tradição? Pode ser pouco relevante, mas acredito que o Brasil vá jogar de mangas compridas.
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LEONARDO BONASSOLI @12:29 >
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O Fato
O fato é que o brasil ganhou da Argentina.
O fato foi que foram 3 gols de pênalti.
Foi sem graça, foi meio xoxo.
Ganhamos, mas ficou aquele gosto de pipoca doce que vem naqueles sacos vermelhos. É meio bom, mas ao mesmo tempo é ruim.
Faltou um gol mais emocionante. Talvez um do Ronaldo driblando um zagueiro portenho, enfiando embaixo das pernas.
Ficou aquele gosto de "quero mais".
Enfim, Brasil líder. Argentinos reclamam de "roubo", que piada!
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TÚLIO PIRES BRAGANÇA @03:29 >
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Quinta-feira, Junho 03, 2004
Viva o Gordo!
Ronaldo, El Gordito para os argentinos e El Fenômeno para os italianos, mais uma vez desequilibrou. Num jogo em que a seleção brasileira esteve apática, o craque do Real Madrid brilhou sozinho. Três belas jogadas, três pênaltis, três gols. O que mais um jogador poderia querer em um Brasil e Argentina???
Parreira, El Teimoso!
Tudo bem que técnico de futebol, e principalmente da seleção, tem que ter opinião forte, mas o Parreira está é com idéia fixa. Meu Deus, como pode ser tão teimoso! Até o Casagrande viu que estava faltando um articulador no meio campo da seleção ontem e o Parreira só colocou o Alex aos 30 minutos do segundo tempo. A maior virtude é saber mudar. Eu, por exemplo, achava que Ronaldo e Luís Fabiano tinham que jogar juntos e agora acho que se não tiver dois meias de qualidade não dá! Não custa nada mexer Parreira, você está deixando de ser pragmático para ser louco, porque idéia fixa é coisa de louco!
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EDUARDO BRESSAN BRESCIANI @11:27 >
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