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O Futebol e Fritas é uma criação de estudantes de Comunicação Social da UFPR, mesclando diversão com crônicas sobre futebol.

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segundo turno


regulamento
Acerto no placar, exato: 5 pontos
Acerto na diferença de gols: 3 pontos
Acerto no time vencedor: 2 pontos
Em casos de empates, todo empate não exato valerá 2 pontos.

Critérios de desempate: 1. Acertos de 5 pontos; 2. Acertos de 3 pontos; 3. Acertos de 2 pontos; 4. Desempenho na rodada imediatamente anterior, e em caso de igualdade, na rodada anterior a esta.
Sábado, Setembro 25, 2004

Maratona

São apenas 24 corredores. Por outro lado, a corrida passa a ter 46 quilômetros, ao invés dos tradiconais 42,195. Todos permaneceram embolados.
Tivemos vários líderes. Dois corredores de Santa Catarina chegaram a liderar a prova, mas perderam fôlego. Dois líderes de São Paulo também se revezaram na frente, mas foram para um pelotão atrás.
A prova permaneceu embolada: corredores paulistanos, um azarão gaúcho do interior, dois paulistas do interior, um paulista do litoral e um paranaense. Todos na ponta, brigando curva a curva.
Num exato momento, dois corredores (num estilo queniano, talvez) destacam-se na prova e começam a correr lado a lado. Um deles veste branco dos pés à cabeça, é do litoral de São Paulo e tem como símbolo um animal vertebrado aquático: o peixe. O segundo veste uma mistura de vermelho e preto, é da Terra das Araucárias e tem uma força da natureza como símbolo: o furacão.
Estão eles, lado a lado, adotando uma estratégia de corrida em comum. Dar piques e esperar pela resposta do adversário, para ver se ele responde ou não. Será assim até que um dos corredores abra vantagem ou cheguemos à linha de chegada no quilômetro 46.
Sobre o passado nesta corrida, cada um dos dois corredores já venceu uma vez a prova. E neste ano deverá ser um dos dois mesmo. Há chances remotas da arrancada de outros corredores e se eu tivesse que escolher um para dar essa arrancada, este um seria um corredor de azul, bastante acostumado a correr no primeiro pelotão.
Tudo deverá ser próximo disso. a não ser que surja um irlandês de saias no meio do caminho. Mas aí, já é outra história.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @22:44 > Opiniões:


Quinta-feira, Setembro 23, 2004

Parreira convoca jogadores para jogo contra Venezuela

A lista de convocados:

Goleiros: Dida (Milan-ITA) e Júlio César (Flamengo)

Laterais: Cafu (Milan-ITA), Maicon (Mônaco-FRA), Roberto Carlos (Real Madrid-ESP) e Maxwell (Ajax-HOL)

Zagueiros: Edmílson (Barcelona-ESP), Lúcio (Bayern de Munique-ALE), Luisão (Benfica-POR), Roque Júnior e Juan (Bayer Leverkusen (ALE)

Meias: Renato (Sevilla-ESP), Zé Roberto (Bayern de Munique-ALE), Juninho Pernambucano (Lyon-FRA), Gilberto Silva e Edu (Arsenal-ING), Kaká (Milan-ITA) e Alex (Fenerbahce-TUR)

Atacantes: Ronaldinho (Real Madrid-ESP), Ronaldinho Gaúcho (Barcelona-ESP), Adriano (Internazionale-ITA) e Luís Fabiano (Porto-POR)

Comentário: A convocação dos goleiros é coerente. Nas laterais, estou ficando com medo: além do limitado Maicon, Parreira convocou o tenebroso Maxwell - a grande decepção do pré-olímpico. Na zaga, nenhuma mudança, mas temos alguns jogadores em melhores condições técnicas que Lúcio. No meio, fico assustado com o retorno de Zé Roberto e a ausência de Kléberson. O ataque continua coerente, porém com certa escassez de de segundos atacantes (apenas um, contra três centroavantes).
comentários por LEONARDO BONASSOLI @16:11 > Opiniões:


Sábado, Setembro 18, 2004

Valdson - O Crucificado

Tremenda sacanagem o que estão fazendo com o zagueiro Valdson do Corinthians. Pegaram o cara para cristo da derrota para o Atlético Paranaense por 3 a 1. Como se ele fosse o único culpado pelo time ter perdido, desmerecendo o adversário. Vários meios de comunicação ressaltaram a má apresentação do jogador como único fator que fez o Corinthians perder. Parecia que estavam jogando contra o Íbis. Não enxergaram a grande jornada da defesa atleticana. Não enxergaram a grande técnica dos jogadores do Furacão do meio para a frente. Não enxergaram que o Furacão tinha uma torcida vibrante ao seu lado. Não enxergaram o adversário. A imprensa do eixo Rio-São Paulo - com honrosas exceções - está míope.
O gol contra de Valdson foi azar: a bola desviou num atleticano, mudando toda relação de força necessária para afastar a bola. Parece que não enxergam que grande parte dos gols contra saem de jogadas assim.
A falta que originou o gol foi necessária, pois, se não fosse isso, Ivan entraria na área e teria chances de entrar com bola e tudo. Jadson bateu com maestria e precisão cirúrgica, para azar do Corinthians.
No terceiro gol, o Corinthians partiu para cima com tudo e deixou o contra-ataque para o Furacão. O contra-ataque aconteceu e Washington deu uma arrancada impressionante para um jogador de 1,90 de altura e só conseguiu ser parado com pênalti, pois iria para o gol facilmente.
Mas o que é mais fácil? Culpar um jogador e não dar o braço a torcer ou reconhecer que o adversário foi superior e mais consistente? Parece que foi a primeira. E novamente comete-se um erro que já arruínou algumas vidas, como a de Barbosa, o goleiro da seleção da Copa de 1950, apontado como culpado da derrota na final, como se fosse responsável pelo clima de 'já ganhou' que havia tomado conta do país e pela superação da Celeste Olímpica, que honrou a mística da camisa.
Décadas passam e as pessoas da imprensa cometem os mesmos erros. E assim, inocentes seguem sendo crucificados.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @20:53 > Opiniões:


Quarta-feira, Setembro 15, 2004

A DISCRIMINAÇÃO QUE NÃO TEM FIM!!!

Esta foi a mensagem enviada ao programa Camisa 12 da Rede Paranaense (TV GLOBO) em 13/09/2004:

"Caros apresentadores, apesar das excelentes explicações dadas, pelo apresentador Gil Rocha, no programa de domingo (12/09), ainda tenho algumas dúvidas e gostaria que fossem elucidadas!!! Caro Gil, em determinado momento do programa, você falou que o jogo foi transmitido para todo Brasil... pois bem, já assisti vários jogos, realizados aqui em Curitiba, através de antena parabólica (na praia e na chácara). Fiquei muito surpreso, ao ligar a televisão no domingo, e ver que o jogo transmitido para todo o Brasil era Figueirense x Botafogo!!! Qual é a explicação para isto? Antigamente o sinal para a parabólica não era selecionado... Qual é o critério utilizado para o sinal da parabólica? Outro detalhe... entendi perfeitamente as explicações sobre o sinal para a TV aberta e a TV paga... mas, é inadimicível, sendo o Atlético-PR líder do campeonato, DOIS jogos seguidos e tão importantes não serem transmitidos!!! Também, o que ocorre, pode dar margem à outras hipóteses, por exemplo, a EXPLÍCITA discriminação social que a diretoria do Atlético-PR prega desde o início deste ano, com o aumento no preço dos ingressos e a setorização na Arena, está agora na TELEVISÃO!!! Já não chega a torcida ter que pagar caro pelos ingressos, ainda tem que pagar caro pela imagem na TV??? Caros apresentadores, o monopólio criado é nojento!!! A revolta da torcida tende a ser cada vez maior!!! FIM DO MONOPÓLIO DA TV GLOBO, E DEMOCRACIA NA TELEVISÃO JÁ!!! Eu quero ver os jogos do Atlético-PR... Se, em algum momento eu fui rude, desculpe, mas esta é a revolta de um torcedor do Atlético-PR que nunca mais irá em jogos na Arena!!!"

No dia seguinte (segunda-feira, 13/09),...

EXISTEM JORNALISTAS SÉRIOS!!!

Leiam com atenção!!!

Por volta das 12:30 hs toca o telefone em casa e minha mãe atende: "Alô!!! Sim... está... só um minutinho... Rô, é para você... Gil Rocha da TV Globo!!!"
Incrível, simplesmente incrível!!! Nunca poderia imaginar que o meu protesto fosse lido e respondido ao vivo!!! Olha, fiquei conversando com o Gil cerca de cinco minutos... todas as explicações foram dadas de maneira clara e objetiva, inclusive sobre a EXPLÍCITA DISCRIMIÇÃO SOCIAL pregada pelos dirigentes do Atlético-PR!!!
E o Gil fala isto para mim: "Olha Rodrigo, tudo que você coloca é verdade... e ainda tem mais, pelo Atlético-PR, apenas UM jogo teria o sinal para a TV aberta... e não dois... mas é verdade o que você coloca... é a realidade..."

Esta foi a mensagem enviada ao programa Camisa 12 da Rede Paranaense (TV GLOBO) em 14/09/2004:
"Caro Gil Rocha, agradeço pelo seu telefonema. Foram realmente esclarecedoras as suas explicações em relação à transmissão dos jogos. Também fico satisfeito por você concordar com minhas opiniões... que não são só minhas, são de milhares de torcedores!!! Sua atitude só faz aumentar ainda mais a credibilidade do programa "CAMISA 12"!!! Parabéns e mais uma vez, obrigado!!!"

(E-mail enviado pelo amigo Rodrigo Nasuno, e respondido pelo jornalista Gil Rocha, da RPC).
comentários por JACKSON SARDA @16:52 > Opiniões:


Sábado, Setembro 11, 2004

Apito Amigo da Onça

Arbitragem, sempre um tema polêmico. Quantos resultados poderiam ter sido diferentes, se houvesse maior acuidade por parte da arbitragem? Quantos choraram sem mercer? Quantos riram a toa?
O ser humano é passível de falhas, mas costuma se aprimorar nas atividades que faz. É estranho ver os erros de arbitragem ocorrerem com mais freqüência. Uma das causas prováveis é de que, embora o preparo físico dos árbitros tenha melhorado, o jogo ficou bem mais rápido. Outra é que simplesmente ficou mais fácil de perceber os erros com o advento das câmeras em diversos ângulos, melhores que os do árbitro e seus assistentes.
Aliás, por falar em assistentes, é necessário reconhecer que marcar um impedimento do ângulo que estão é bem complicado, pois eles precisam de estar de olho em vários pontos do campo, nos jogadores e na bola e, por isso, estão mais sujeitos aos erros.
Agora, um tipo erro que é difícil de engolir é a falta de critério de muitos árbitros na hora de punições: uma jogada feita por jogador de tal time não é punida da mesma maneira que jogada equivalente do outro time. Muitos árbitros parecem ter medo do vermelho e acabam contemporizando quando um jogador com amarelo faz falta para outro cartão amarelo, que origina um vermelho por conseqüência. Na minha opinião, as regras são para serem cumpridas e o árbitro não deve ter pudor nenhum de dar um cartão vermelho. Deve levar em conta que o jogo costuma ficar mais bonito com times com menos jogadores e, para o árbitro, é menos genta para reclamar depois, pois temos jogadores aqui no futebol brasileiro que reclamam demais quando não têm razão e, quando a têm, acabam não conseguindo nada, pois o homem de preto já está cheio do figura.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @22:26 > Opiniões:


Sexta-feira, Setembro 10, 2004

A TV é uma vergonha

A televisão manda muito no Campeonato Brasileiro. É só ver no horário dos jogos do meio de semana que são transmitido: 21h 50min, horário realmente tarde para o torcedor que vai ao estádio e pretende voltar para casa, sendo que em muitas cidades as distâncias são enormes e em outras o transporte público é extremamente precário após a meia-noite, horário aproximado em que a torcida sai do estádio após os jogos. Isto tem espantado o público dos estádios. Porém é a televisão que manda porque as cotas de transmissão são a principal fonte de renda dos clubes.
É muito cômico (para não ser trágico) ver que os times que mais recebem dinheiro das televisões são os mais endividados e os que mais lutam para aumentar a parcela que tem neste latifúndio. Eu proponho uma nova maneira de dividir as cotas de transmissão, que, com certeza, os bois (são dois, ora pois) citados aqui - nomeados Corinthians e Flamengo - não aceitariam, pois vão contra os interesses, embora um dos critérios favoreceria o primeiro, que tem a maior média de público do campeonato. A maneira é a seguinte:
1- Divide-se a parte destinada aos clubes em duas partes.
2- A primeira seria dividida pelos clubes usando o critério de média de público no campeonato anterior, pois estádio lotado é espetáculo e prova de que o time tem apelo popular.
3- A segunda parte seria dividida de acordo com a posição no campeonato anterior, pois seria o retorno do suposto investimento feito pela equipe para alcançar uma boa posição no campeonato. Seria um prêmio à competência.
Agora, uma coisa que irrita é a sucessiva aparição de apenas Flamengo e Corinthians na televisão. Parece que são os dois únicos times do campeonato, líder e vice-líder respectivamente. Mas a verdade é que o Flamengo, apenas agora, livrou-se da zona do rebaixamento e está numa posição de intermediária para ruim na tábua de classificação. Já o Corinthians, teve um começo tremido e agora começa a ter uma posição de respeito no campeonato e acredito até, se manter a base e contratar alguns reforços, poderá ter um time forte para daqui a alguns anos. Cadê a diversidade do futebol brasileiro? Dos três últimos campeões brasileiros, dois não são do eixo Rio-São Paulo, sendo que o time do eixo não é da capital.
Mas o que realmente me irritou profundamente foi na última quarta-feira. O duelo entre Santos e Atlético Paranaense, marcado para o horário corujão (21h 50min), não foi transmitido para Curitiba, o que seria interessante para a emissora que tinha os direitos do jogo, pois é a cidade do visitante e essa cidade não fica muito próxima da cidade do jogo (Santos não é Joinville [piada interna]). Não é que o jogo passou apenas para São Paulo, que fica a menos de uma "Curitiba-Joinville" de Santos, deixando Curitiba com Guarani e Corinthians (lanterna contra time em busca da subida) na emissora que não tinha o direito do duelo de líderes e com o oxo entre Internacional (de campanha irregular) e Flamengo (supracitado) na emissora que teria a obrigação moral de passar a partida. O estranho é que alegaram que estavam privilegiando o pay-per-view, sendo que a grande massa não tem TV a Cabo e esta seria uma rara chance de ver o time na TV depois de meses, já que não temos mais a transmissão regionalizada. Também seria a oportunidade de divulgar o pay-per-view por meio da TV aberta, pois se o torcedor que está indeciso quanto a comprar ou não o pacote gostar do espetáculo, poderá optar pela compra. Parece que não conhecem a tática da amostra grátis. "Shame on you, television", diria eu, parafraseando o grande (em vários sentidos) Michael Moore.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @14:21 > Opiniões:


Terça-feira, Setembro 07, 2004

Na Rabeira

A parte de baixo da classificação costuma ter brigas tão ou mais emocionantes que na parte de cima. A rabeira tem o diferencial que, por vias normais e legais, quem falhar não terá chance de ser campeão no ano seguinte, pois ficará no mínimo um ano longe da vitrine. E este ano há o fato de caírem quatro equipes. E para variar é uma briga disputadíssima.
O lanterna da competição é o Guarani, que tem uma equipe sem destaques individuais e sem conjunto. O time não tem jogadas de bola parada, pois se tivesse, com certeza estaria melhor na tabela. É um candidato sério ao rebaixamento.
O penúltimo colocado é o Paraná Clube, notório por trocas de treinadores e por jogadores que são dispensados e depois reintegrados. O clube está com o caixa bastante reduzido e nos últimos anos perdeu diversos jogadores por problemas trabalhistas.
Na antepenúltima posição temos um egresso da segunda divisão, o Botafogo, que com caixa curto, não fez muitas contratações de peso. O clube é um retrato do futebol carioca e a prova que raramente problemas de administrações passadas não se resolvem de um dia para o outro.
Na 21ª posição, quase na borda do precipício, temos o Grêmio, que ano passado quase caiu e parece não ter aprendido a lição. O time não tem um bom preparo físico, que faz o time sofrer gols no final das partidas, apesar de ter uma equipe razoável.
Vale destacar que o 20º colocado é o Atlético Mineiro, numa campanha surpreendentemente ruim para a boa equipe que tem. Prova de que nem sempre valores individuais são a chave para o sucesso.
Todos os que estão da 13ª posição para baixo têm a chance de entrar nesta briga contra o rebaixamento, pois este é de longe um dos, senão o mais equilibrado Campeonato Brasileiro da história. E para você, quem cai? Vale ressaltar a boa fuga de Flamengo e Paysandu.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @10:16 > Opiniões:


Sábado, Setembro 04, 2004

O Duelo das Baixadas

Na próxima quarta deveremos ter o jogo do campeonato, o duelo de titãs, um jogo que sairá faíscas: Santos X Atlético Paranaense, na Vila Belmiro. Líder e vice-líder separados pelo número de vitórias maior da equipe santista. Será o duelo entre o Alvinegro da Baixada Santista e o Furacão da Baixada (estádio que tem esse apelido por se situar numa área mais baixa do bairro da Água Verde, em Curitiba).
Dois times com 51 pontos, um duelo de 102 pontos: até agora, o jogo do campeonato cuja soma de pontos não pode ser alcançada por nenhum outro duelo. As duas melhores equipes do campeonato.
O Santos, que tem um ataque fenomenal, estará desfalcado de Robinho, Deivid, Elano, entre outros. Mesmo assim, terá uma dianteira de respeito com o preciso Ricardinho e o veloz Basílio, dois jogadores que jogaram nos dois rivais locais do Atlético Paranaense. Ricardinho surgiu nas categorias de base do Paraná Clube e Basílio apareceu para o futebol de primeira divisão no Coritiba.
O Atlético Paranaense não terá Dagoberto, mas contará com Jadson e Fernandinho (a Dupla do Norte do Paraná) puxando o possante contra-ataque e Washington (o Coração Valente) finalizando as jogadas.
Apostem nas armadilhas que o treinador Levir Culpi costuma armar para os adversários do Furacão como marcações individuais, mexidas anulando jogadas adversárias, etc. Apostem nas jogadas preparadas por Vanderlei Luxemburgo. No final das contas, será uma peça do legítimo futebol-xadrez, em que o menor erro pode ser a diferença entre o xeque-mate a favor ou contra.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @14:32 > Opiniões: