o blog
O Futebol e Fritas é uma criação de estudantes de Comunicação Social da UFPR, mesclando diversão com crônicas sobre futebol.

a equipe
Alex Gruba
jornalista, 23 anos
Corinthians

Bruno Rolim - pessoal
turismo, 2º ano, 21 anos
Atlético Paranaense

Eduardo Amatuzzi
jornalismo, 5º ano, 23 anos
Atlético Paranaense

Eduardo Bresciani
jornalismo, 4º ano, 20 anos
São Paulo

Fabiano Klostermann
jornalismo, 4º ano, 23 anos
Coritiba

Jackson Sardá - pessoal
jornalismo, 5º ano, 25 anos
Atlético Paranaense

Leonardo Bonassoli - pessoal
jornalismo, 3º ano, 20 anos
Atlético Paranaense

Lucas Gandin - pessoal
jornalismo, 3º ano, 22 anos
Paraná

Roger Pereira
jornalismo, 4º ano, 20 anos
Internacional

Túlio Bragança - pessoal
relações públicas, formado, 22 anos
Portuguesa Santista


blogs indicados
Bolão FutFritas
De Curitiba para o Mundo
Portão 8 (Grêmio)
Portão 8 (Internacional)
Inter Sempre
Diabos Vermelhos
Grêmio Sempre
Alma Vermelha
Amor Colorado
Arena do Futebol
Planeta Futebol
Falando de Futebol
Anestesia Geral
Bola na Trave
Blog na Rede
Nove Meses
Bíblia do Futebol
De Primeira
Chutômetro

links para clubes
Furacao.com
e-Atlético
Atlético-PR
(site oficial)
Coxanautas
Coritiba
(site oficial)
Paranautas
Paraná Clube
(site oficial)

hospedagem
Blogger
Arquivos



bolão futfritas - geral


segundo turno


regulamento
Acerto no placar, exato: 5 pontos
Acerto na diferença de gols: 3 pontos
Acerto no time vencedor: 2 pontos
Em casos de empates, todo empate não exato valerá 2 pontos.

Critérios de desempate: 1. Acertos de 5 pontos; 2. Acertos de 3 pontos; 3. Acertos de 2 pontos; 4. Desempenho na rodada imediatamente anterior, e em caso de igualdade, na rodada anterior a esta.
Sábado, Julho 29, 2006

Trocando os Carlos

Sai Carlos Alberto Parreira, entra Carlos Caetano Bledorn Verri. Quem? Chama de Dunga que todos entendem. É o segundo Carlos seguido no comando da Seleção, galeria essa que teve também Carlos Alberto Silva, entre outros. Só que essa Carlos é diferente: nenhuma experiência como treinador, apenas como capitão da Seleção.

Um senhor capitão, diga-se de passagem, mas Dunga terá que transformar sua liderança e ferocidade em resultados e transformar a Seleção Brasileira num time com personalidade vencedora e alma. Pode dar muito certo e muito errada a escolha ousada da CBF. Para dar muito certo, é preciso ter auxiliares experientes, para compensar os apenas 43 anos de vida de Dunga, que é pouco para treinador de seleção.

A missão de Dunga é renovar o time e material humano para isso não falta. Nunca tivemos tantos bons goleiros. Nas laterais, precisaremos achar jogadores pela esquerda com mais urgência que jogadores pela direita. A zaga é a mesma complicação de sempre. O meio está sempre forte, assim como o ataque. Basta agora ter amálgamas entre os setores e formar a família Bledorn Verri.

Dizem que o mandato de Dunga seria um tampão para que Felipão - de personalidade parecida e muito mais experiência - assumisse em 2008. Mesmo assim, acho uma escolha boa pelo novo frescor que dá à Seleção Brasileira, que estava na mão de uma mesma geração de treinadores há um bom tempo, podendo abrir espaço - no futuro - para a nova geração de treinadores (gostem ou não) como Caio Júnior, Mano Menezes, Ney Franco, Renato Gaúcho e Tite (o mais experiente deles e o mais cotado para uma futura Seleção). O lado ruim é o risco de queimar Dunga, caso ocorram problemas ou de se ter dificuldades com a inexperiência do treinador, mas como diria Vicente Matheus, "quem sai na chuva é para se queimar".
comentários por LEONARDO BONASSOLI @21:10 > Opiniões:


Sábado, Julho 22, 2006

Suspendam o River Plate (se tiverem coragem)

A Conmebol não é séria. Isso qualquer um com um pouco mais de discernimento percebe. A Confederação ainda acredita que estádio seguro é estádio grande e isso nem sempre é verdade (no nosso continente o nem sempre vale por um quase nunca). Outro erro da Conmebol é de nem sempre respeitar as datas FIFA, jogando jogos de suas competições em datas iguais às de amistosos de Seleções.

Posso até entender que o pouco rigor com alguns estádios seja por conta das dificuldades enfrentadas por vários países, sem dinheiro para investir na estrutura de estádios, mas o que tembém está acontecendo é preocupante: a Conmebol está sendo branda demais com a violência.

O River Plate é uma das mais tradicionais equipes do continente e eu considero como uma das grandes equipes do Futebol Mundial. Porém, o comportamento de sua torcida deixa muito a desejar, pois ela parece que não sabe perder. Está certo que é só uma facção, mas esta facção foi responsável pelos tumultos ano passado no Morumbi e agora proporcionou cenas lamentáveis no Defensores Del Chaco, sendo em duas eliminações fora de casa. Esses bandalheiros são um perigo ambulante e caso nada continue a ser feito (multas só fazem cócegas ao clube) poderemos chegar a situações piores, como mortes massacres, destruição de patrimônio urbano e etc.

A Conmebol poderia, aproveitando a reincidência, imitar uma boa atitude que a UEFA teve e suspender o River Plate de competições continentais por alguns anos. Isso funcionou com os clubes ingleses, após dezenas de conflitos, diminuindo muito os problemas com hooligans (claro que também houve uma reestruturação dos estádios locais). Assim como a Inglaterra, a Argentina é um país bastante privilegiado do ponto de vista econômico, se comparado com a maioria dos vizinhos e poderia implantar estas reformas. Suspender o River Plate seria um exemplo para torcedores de outros clubes para pensarem duas vezes antes de viajar para fazer tumulto (como fez a do River duas vezes seguidas) ou extravasar eliminações de maneira violenta (como fez a torcida do Corinthians no Pacaembu).

Porém, julgo impossível que isto ocorra, até porque a Conmebol não é séria e porque o poder político do River é grande. Então, na próxima Libertadores, não esteja perto da torcida do River, quando este for eliminado, e torça para que não seja no estádio de seu time, pois teremos confusão e prejuízo pela terceira vez seguida.

Falando nisso

E aquela invasão de campo no Morumbi? Que ridículo... E olha que nem era comemoração de título. Se a Conmebol fosse séria, o São Paulo teria que pensar urgentemente em outro local para jogar as semi-finais, mas como ela não é, os são paulinos podem dormir tranqüilos.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @20:49 > Opiniões:


Sábado, Julho 15, 2006

Um pouco de tudo

E a Copa acabou e juro que tem gente que não reparou. Ironia foi Zidane ter agredido Materazzi, sendo que eu esperava mais o contrário, mas isso já é um assunto mais batido que... deixa para lá.

Acabou ganhando a defesa mais ríspida e os efeitos disso veremos nos próximos anos. E, contra a França, a Itália chegou a jogar com os três tenores (ou serão da Família Soprano?): Gattuso, Materazzi e De Rossi.

E o Campeonato Italiano? Só não rebaixaram o Milan... Será influência do Berlusconi? E a Itália só ganha Copa se tiver treta no país: 34 e 38 era o Governo Mussolini (que levou o país para a guerra), 82 o caso Totonero e agora o escândalo de arbitragens. O que esperar de um país com dois membros na comissão de arbitragem, um indicado por Milan e Juventus e outro pelos demais clubes?

A Copa influenciou sim o Campeonato Brasileiro. O Cruzeiro aprendeu marcando firme, mas por outro lado, pensou em aumentar o placar, não aprendendo a engambelar. Atlético Paranaense e Fortaleza resolveram se inspirar na Seleção Brasileira (apesar do estilo suiço do Herrera para bater pênalti) e ficaram no zero. Paraná Clube entrou como a Argentina e o Flamengo como Sérvia e Montenegro, mas peraí... o Montenegro não é botafoguense?

E o Tite começou a dar a cara dele para o Palmeiras, para desespero das lavadeiras do clube. "Tem que sujar o calção", diz o Adenor. Os palmeirenses devem esperar que os jogadores sujem o calção de grama e terra, pois sujar por sujar, eles estavam fazendo de outra maneira antes da Copa.

E o Felipão? Continua em Portugal, com mais prestígio que nunca. Estou com medo do que a CBF poderá pôr no lugar de Parreira. Assim que sair a nomeação, colocarei minha opinião aqui, não que tenha muito valor, pois em 2003 achei que Parreira desse certo, mas na hora H não deu tão certo assim.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @21:03 > Opiniões:


Sábado, Julho 08, 2006

63 de 64

Falata um jogo, passou rápido, a vida seguiu e muitos foram para casa antes do que a gente esperava. Paciência, é a vida.

A Alemanha era favorita contra a Itália, mas não conseguiu furar a retaguarda italiana por 120 minutos. A Itália levou muito perigo também, num duelo de titãs do futebol. Mas a Itália, tremenda azarada nos pênaltis, resolveu acabar com tudo em cima da hora, com dois gol no finalzinho.

A França jogou na sua e ganhou de Portugal que pode reclamar de pelo menos um pênalti, que não foi aquele que as câmeras mostraram à exaustão. Foi uma bola cruzada em que Cristiano Ronaldo poderia correr atrás dela para tentar pôr na área de novo, mas foi agarrado pelo zagueiro. Portugal teve a determinação que faltou ao Brasil, mas isso não foi suficiente frente à orquestra do maestro Zizou, que fez seu penúltimo concerto.

Para decidir o terceiro lugar, a Alemanha foi empurrada pela sua torcida para Portugal, que teve mais posse de bola, mas sofreu com erro no último passe e pela falta de um centroavante decente (Pauleta pode ser artilheiro do campeonato francês, mas destoa do conjunto de Portugal). A Alemanha resolveu o jogo em duas pauladas de Bastian Schweinsteiger (Tião Chiqueiro para os íntimos) sob os olhares de Michael Schumacher (Miguel Sapateiro para os íntimos), Petit fez um infeliz gol contra e Nuno Gomes diminuiu para os lusitanos. A Alemanha é bronze e Portugal encerra a segunda melhor campanha de sua história, que é vitoriosa se levarmos em conta o tamanho do país em termos de poulação, comparado a outros semifinalistas.

E a final? Cannavaro ou Zidane? O país famoso pela culinária ou o que causou uma evolução na culinária do outro (para quem não sabe, o grande salto da culinária francesa foi por conta da rainha italiana Catarina de Médicis, que trouxe recursos da "bota" que inexistiam antes na França e possibilitou ser hoje o que é)? Defesa forte ou defesa.zip? Toni ou Henry? Gattuso ou Makélélé? Grosso ou Sagnol? A certeza é que o campeão será o país com o goleiro começado em "B", capitão com pouco cabelo, uniforme principal azul e reserva branco e bandeira com três listras verticais, a do meio branca, capital conhecida por centro cultural, euro como moeda, república parlamentarista, língua latina. Será Asterix (Zidanix?) contra César. Quem ganha?
comentários por LEONARDO BONASSOLI @21:15 > Opiniões:


Sábado, Julho 01, 2006

Eurocopa do Mundo

E a Copa do Mundo da Alemanha tornou-se uma Copa Européia. As Quartas de Final marcaram o último suspiro da América do Sul no torneio, fechando a participação de fora do Continente Europeu de maneira melancólica.

A primeira partida da fase foi contra Alemanha e Argentina. Os argentinos fizeram um ótimo primeiro tempo, mas não conseguiram converter em gol. No segundo, voltaram melhor e abriram o placar com Ayala. Aí, entrou em campo a paúra do já ex-técnico argentino Pekerman. Tirou o articulador do time (Riquelme) e colocou um volante (Cambiasso), ao invés de colocar um homem mais veloz como Messi. Aí a Argentina deu espaço à Alemanha, que cresceu e mesmo tentando de forma desordenada conquistou um gol com Klose, que pela primeira vez em Copa fez gol em cima de um time decente. Na prorrogação, a Alemanha foi melhor no primeiro tempo e a Argentina cresceu no segundo, merecendo a vitória com melhores lances, não convertidos por Coloccini. Para os pênaltis, Ayala bateu de maneira ridícula e Cambiasso - a aposta do treinador - perdeu a derradeira chance. A Argentina pode ter sido um time tecnicamente mais forte, mas sucumbiu frente a valentia alemã por não aproveitar as chances.

Na segunda partida, a Itália teve uma vitória relativamente tranqüila frente a Ucrânia. Zambrotta abriu o placar num primeiro tempo medíocre e medonho. No segundo tempo a Ucrânia resolveu ir para cima e abriu espaço para a Itália ampliar duas vezes com Luca Toni.

A semifinal entre Alemanha e Itália será entre o time da casa, que mostrou mais transpiração e os italianos, que demonstraram a mesma bola de resultados dos últimos anos.

Portugal e Inglaterra fizeram um zero a zero cheio de alternativas. A Inglaterra mandou em grande parte do jogo e não perdeu tanto terreno com a expulsão de Wayne Rooney. Portugal jogou com inteligência e jogou abrindo o jogo pelos flancos e foi assumindo o controle da partida com o cansaço dos ingleses. A partida seguiu com o placar fechado por 120 minutos para que Ricardo pudesse brilhar novamente como na Euro 2004. O "guarda-redes" pegou "apenas" 3 penalidades, garantindo a vitória lusitana.

Quando o Brasil viu os azuis, parece que ficou amarelo. A partida contra a França mostrou todos os defeitos do Brasil durante a Copa: um time sem criatividade no meio, sem movimentação no ataque e sem uma liderança que agitasse o time em campo (disso eu falarei depois). Muitos jogadores tentaram jogar com o nome, enquanto a França jogou como quem fizesse jogar para fazer o nome. Zidane pareceu remoçado oito anos e teve espaço para desfilar sua classe que os gramados do mundo estão vendo pela última semana, Henry foi um perigo toda vez que pegava a bola. A França foi superior e o Brasil foi uma coisinha ridícula, um arremedo de time, um amontoado de jogadores, sem um padrão de jogo, dependendo de lampejos de genialidade que não apareceram. O único chute a gol certo do Brasil na partida foi aos 45 do segundo tempo, defendido por Barthez, que teve como maiores tarefas na partida, além dessa, bater tiros de metas originados da falta de acuidade na finalização de nossos atletas. O gol foi uma grotesca falha de cobertura de Roberto Carlos (que ficou agachado pensando que estava jogando carniça), mas o mérito maior foi da inteligência de Zidane e Henry, numa jogada que deve ter sido bem ensaiada aproveitando a precisão do genial meia e o vigor físico absurdo, a velocidade e o arranque do atacante.

A segunda semifinal confrontará todo o coração de Portugal, um time com jogadores técnicos (queria pelo menos um Miguel e um Cristiano Ronaldo no Brasil e, claro, um Felipão) e com muito coração e determinação prometendo dar o sangue para conquistar a inédita taça, e a França, time experiente que parece ter recuperado a vontade de vencer e promete dar o sangue pela chance de conquistar o Bi.

Diagnóstico Brasileiro e Prognósticos

1- Se nome ganhasse jogo, todos os times jogariam com jogadores chamados Zoff, Djalma Santos, Beckenbauer, Bobby Moore e Nílton Santos; Lothar Matthäus, Pelé, Maradona e Cruyff; Garrincha e George Best. Todos devem saber que para criar uma reputação de craque é mais difícil que destruí-la. Um técnico de Seleção Brasileira tem que ter culhões suficientes para sacar do time jogadores que tenham nome, mas que foram superados por outros de mesma posição. Por exemplo, Cicinho estava melhor que Cafu e se o Daniel Alves (do Sevilla) tivesse tido chances decentes na seleção, teria colocado os dois no bolso, acredito eu.

2- Um erro comum na atual Seleção Brasileira foi colocar o talento individual dos jogadores acima do jogo coletivo. Quando o Brasil foi campeão, em 1994 e 2002, foi fazendo o contrário, pensando mais no esquema de jogo coletivo, desequilibrando nos talentos. Não adianta você ter um talento bem marcado ou em dia infeliz e não ter alternativas par contornar isso. Um time bem arrumado depende menos do individual e transforma o craque num diferencial.

3- Jogador meia-bomba costuma não dar certo. Foi com Ronaldo na final de 1998, foi com Kaká contra a França. Deve jogar quem tem melhores condições, deixando o jogador baleado como alternativa em caso de emergência urgentíssima.

4- O futebol moderno é movimentação. Jogadores que não se mexem em campo satisfatoriamente serão cada vez mais raros no futebol. A França venceu por se movimentar melhor, a Alemanha está bem por se movimentar bem e assim por diante. Mais estáticos num time, hoje em dia, só o goleiro e um centroavante, que se não tiver bons armadores alimentando jogadas, sumirá na marcação.

5- De que adianta ter um bom elenco se ele não é usado de maneira satisfatória.

6- Procura-se um líder motivador. Em 1994 e 1998 era Dunga. Em 2002, ele não estava em campo, pois era Felipão. Esta seleção atual não possuiu ninguém com este perfil.

7- Saída de bola lenta é meio caminho andado para o fracasso. Os times de Parreira são conhecidos por valorizar posse de bola, prendendo-a e tocando passes improdutivos. Faltou incisividade, pois o que ganha jogo é gol e não porcentagem de posse de bola. O que valoriza a posse de bola de verdade é fazer com que ela chegue ao gol, para daí poder jogar de maneira a ficar tocando para lá e para cá. Muitos contra-ataques morreram por conta de falta de objetividade.

8- Cafu e Roberto Carlos estão ultrapassados, porém é preocupante saber que estamos com uma certa carência de novos laterais pela esquerda (engraçado que a carência era antes na direita).

9- Jogadores do atual elenco da seleção que acredito que não terão continuidade por conta de idade: Dida (que fez boa Copa), Cafu, Roberto Carlos, Emerson, Ronaldo (talvez), Zé Roberto, Rogério Ceni, Gilberto e Mineiro. Significa que deveremos ter uma grande renovação no elenco.

10- A comissão técnica deverá mudar. Na minha opinião, o próximo treinador da seleção teria que ser um com um perfil parecido com Felipão (motivador e agregador) ou um estrategista, mas que tenha culhões para bater de frente com jogadores tidos como "intocáveis".

11- Não são muitos os jogadores que rendem bme fora de sua posição original. Se tivermos muitos craques numa posição, o treinador não pode ter medo de deixar um deles no banco. Ronaldinho Gaúcho nunca foi e nunca será terceiro volante.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @21:36 > Opiniões: