o blogO Futebol e Fritas é uma criação de
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Critérios de desempate: 1. Acertos de 5 pontos; 2. Acertos de 3 pontos; 3. Acertos
de 2 pontos; 4. Desempenho na rodada imediatamente anterior, e em caso de igualdade, na
rodada anterior a esta. |
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Sábado, Novembro 25, 2006
Wishlist Parte 1 - Atlético Paranaense
O ano de 2006 está terminando como um segundo ano de trombadas na diretoria do Atlético, apesar de um surpreendente (diante das circunstâncias adversas) vice-campeonato da Libertadores de 2005. Este ano, o clube conseguiu ser refém de empresários (caso Dagoberto), se perder em documentos e perder um jogador "fugido" (caso Aloísio) e perder uma promessa que se recusou a renovar contrato (caso Sammir).
Além disso, os investimentos em alguns setores resultaram em graves problemas dentro de campo, como a malograda vinda de Lothar Matthäus, que saiu do clube num caso muito estranho e desestabilizou o elenco, que ficou na mão de um interino sem competência, afundando o time no Paranaense e prejudicando a campanha no Brasileiro.
Ano que vem, o Atlético tem que definir quem será o treinador já antes do início dos trabalhos, para que ele possa planejar a temporada dentro de seu método. Além disso, as contratações terão que ser pela qualidade e não quantidade. Vale a pena investir em algumas pratas da casa. Ano que vem, deveremos ter a retomada das obras na Arena e, portanto, deverá ser um ano de cinto apertado.
Perfil de contratações sugeridas:
- dois ou mais zagueiros especialistas em bola aérea.
- Um lateral-esquerda para ser titular e que tenha cabeça.
- renovar contrato de Evanílson.
- Um meia que saiba controlar o ritmo da bola e distribuir o jogo, isto é, um armador clássico, já que o time atual rifa muito a bola no meio.
- Reposição para as peças que, por ventura, saiam do clube.
Na próxima semana: o Paraná Clube e sua wishlist
comentários por
LEONARDO BONASSOLI @22:54 >
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Sábado, Novembro 18, 2006
Galope Celeste
Não vou falar das qualidades, pois todos estarão falando dele, mas vou fazer uma pequena e singela homenagem a Puskas com uma pitada de literatura.
Budapeste, 17 de novembro de 2006, Ferenc está convalescente e há anos sofre com a doença. Num momento pára de se sentir vivo e vê uma luz. É um cavalo sem ninguém em cima. Puskas sai do corpo para ver que tem mais cavaleiros atrás. O Puskas que sai dali é o jovem, aquele que assombrou o mundo. Ele vê Gento num dos cavalos. Em outro, está Mané Garrincha. No terceiro, Stanley Matthews. Leônidas da Silva chega de bicicleta. Gento chama por Puskas:
- Major Ferenc Puskas, este é o seu cavalo. Temos que ir para o jogo de hoje lá no campo do céu. A 10 é sua.
Emocionado o craque sobe em seu corcel e vê que ali há asas. E todos saem voando em direção ao Estádio Celeste, onde os craques que se foram jogam a eterna partida de Deus.
- Hoje é sua apresentação - diz Leônidas a Puskas.
- Quem narra o jogo hoje é o Fiori Gigliotti - diz Garrincha.
- Seus velhos amigos o esperam - diz Matthews.
E assim seguiram eles rumo à eternidade.
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LEONARDO BONASSOLI @22:42 >
Opiniões:
Sábado, Novembro 04, 2006
Sugestão de Calendário Sulamericano e Brasileiro para o Futebol (Título alternativo megalômano: "Candidatura à Presidência da Conmebol ou da CBF")
A Conmebol e a CBF podem fazer melhor na confecção dos calendários anuais do futebol. Aqui no Brasil, eu sugiro um Brasileirão com 20 times nas duas Primeiras Divisões (assim como é hoje) e com acesso e descenso com 4 times, assim como é hoje.
A Terceira Divisão seria dividida em 4 chaves regionalizadas de 14 times, subindo o vencedor de cada chave e caindo três por grupo para a Quarta Divisão. Se houver questão de ter apenas um campeão da Série C, os quatro campeões poderiam tranqüilamente jogar um quadrangular.
A Quarta Divisão teria 12 grupos regionalizados, com quantos times necessitarem com limite de 14 por chave, havendo uma Quinta mais regionalizada, caso necessite. Assim, os estaduais seriam divisões inferiores do Nacional disputadas por clubes de menor envergadura.
Efeito colateral positivo: os clubes teriam calendário para o ano todo.
Efeito colateral negativo: muitos clubes não agüentariam e fechariam as portas, sendo que muitos deles utilizam os mesmos jogadores de outros, aproveitando as diferenças regionais entre os diferentes estados (caso clássico: o Grêmio Coariense foi campeão amazonense do ano passado e - aproveitanto a brecha entre o Estadual e a Série C - foi jogar o Estadual do Acre pelo Rio Branco).
No âmbito Sulamericano, em primeiro lugar, eu respeitaria as Datas FIFA e as deixaria somente para as seleções. Depois, expandiria a Libertadores para o ano inteiro, assim como a Sulamericana. Essas duas competições seriam integradas, envolvendo inicialmente 80 clubes diferentes.
A Libertadores teria 48 clubes na partida e a Sulamericana 32. Na Libertadores, 16 clubes já estariam automaticamente na fase de grupos. Os outros 32 jogariam um mata-mata em ida e volta. Os 16 classificados se juntariam à fase de grupos.
Na Sulamericana, os times já começariam na saída a pegar adversários de outros países. Após a primeira fase, os 16 classificados da primeira fase enfrentariam os 16 eliminados da primeira fase da Libertadores. A Sulamericana daria uma pequena parada nesse momento, pois a Libertadores tem fase de grupo com 6 rodadas. Após isso, A Libertadores seguiria com as oitavas de final e os 16 da Sulamericana enfrentariam os 16 eliminados da Fase de Grupos da Libertadores. Daí em diante, cessaria a integração entre as competições e elas chegariam ao têrmo natural delas.
Vejam que esta última idéia é baseada na integração Champions League e Copa da UEFA e prova que pode-se transformar as competições continentais em algo ainda mais interessante e com mais alternativas e mais, com mais clubes envolvidos.
comentários por
LEONARDO BONASSOLI @22:26 >
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