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O Futebol e Fritas é uma criação de estudantes de Comunicação Social da UFPR, mesclando diversão com crônicas sobre futebol.

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bolão futfritas - geral


segundo turno


regulamento
Acerto no placar, exato: 5 pontos
Acerto na diferença de gols: 3 pontos
Acerto no time vencedor: 2 pontos
Em casos de empates, todo empate não exato valerá 2 pontos.

Critérios de desempate: 1. Acertos de 5 pontos; 2. Acertos de 3 pontos; 3. Acertos de 2 pontos; 4. Desempenho na rodada imediatamente anterior, e em caso de igualdade, na rodada anterior a esta.
Sábado, Janeiro 27, 2007

Coxim - este desconhecido

Coxim. Poucos conhecem. Coxim. É o que o Atlético terá pela frente na Copa do Brasil. Mato Grosso do Sul, tão longe, tão perto. E poucos sabem o que o time pode fazer.

Por um acaso consegui informações com um colega sul-matogrossense (ó raios, esqueci de perguntar o nome do gajo, ó pá!). Eis as características do time: uma equipe que gosta de se fechar na defesa e sair para o contra-ataque na velocidade, o que significa que não deverá mudar de características contra o Furacão. No final do ano passado (caso não tenha havido mudanças), o time estava sob o comando do jovem Amarildo de Carvalho, ex-zagueiro de Palmeiras e Porto, treinador bastante renomado no centro-oeste, mas pouco conhecido fora da região.

Os principais jogadores são o atacante Juliano e um velho conhecido dos paranaenses: Tainha, sim ele, o velho e artilheiro Tainha, vice-campeão paranaense pelo União Bandeirante em 1992 e que tinha reaparecido no Roma Apucarana fazendo muitos gols, chegando a ser contratado para jogar no time B do próprio Atlético.

E você, o que sabe sobre o Coxim?
comentários por LEONARDO BONASSOLI @21:05 > Opiniões:


Sábado, Janeiro 20, 2007

O que mudou na prática na Copa São Paulo

Este ano estamos com uma Copa São Paulo diferente, pois apesar de ter júnior no nome, ela é quase juvenil, com a idade mudada de sub-21 para sub-19. Alguns clubes, como o Primavera de Indaiatuba não gostaram e ficaram de fora.

Pelo que senti, o motivo das mudanças é que na prática, muitos jogadores de 19 ou 20 anos já estão nos elencos principais de seus times e muitos chegam ao júnior na casa dos 16 anos, chegando a jogar várias Copa São Paulo, portanto não sendo novidade nenhuma.

Com a idade máxima diminuída, vemos clubes que cuidam melhor da base ir mais longe (a exceção curiosa é o São José, que está começando no ramo com a ajuda de um ilustre jogador que formou, o zagueiro Roque Júnior).

O Atlético Paranaense nunca ia longe na Copinha porque sempre tinha os jogadores do júnior em outra competição no exterior ou subindo de categoria para o começo do estadual sempre disputado com o time b nos últimos anos. Sempre ia um time de júniores/juvenis de 16 ou 17 anos na maioria. É na prática o que mandou agora, e isso explica a subida de rendimento.

Já o Palmeiras mostrou as fraquezas de sua base não passando da primeira fase. O time do Palestra Itália tem suas categorias de base começando apenas aos 16 anos e não forma de fato seus jogadores, pois nessa idade já se perdeu grande parte dos fundamentos necessários para a formação de um atleta, dependendo de bafejos de sorte como Vágner Love. Eis o X palmeirense. Se começar a formar antes os jogadores, poderá em anos voltar a disputar em igualdade com seus rivais mais organizados como o São Paulo, o Santos e até o Corinthians, que pese alguns problemas estruturais, sempre revela caminhões de jogadores de destaque como Jô, Abuda, Gil, Éwerthon, Fernando Baiano, Rosinei, Dinélson, Élton, Viola, Casagrande, Ronaldo Giovanelli, Paulo Sérgio, Cris, etc.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @22:08 > Opiniões:


Domingo, Janeiro 14, 2007

Viva os apelidos!

Pelé ainda seria craque se fosse apenas conhecido como Edson do Nascimento. O mesmo para Zico se fosse conhecido como Arthur Coimbra. Mas parece que eles teriam menos cores, ainda mais vindos de uma terra em que as pessoas são conhecidas usualmente pelo primeiro nome ou pelo apelido, muitas vezes familiar ou surgidos de algum fator jocoso.

Porém, alguns clubes começaram a proibir apelidos, querendo ir contra a cultura brasileira (como se isso fosse a causa de nossos problemas...). O Flamengo tinha um jovem que atendia por Frigobar (que apelido genial!), pois o irmão mais velho dele tinha ido ao exterior e voltado gordinho que nem uma geladeira (o apelido do irmão virou Geladeira) e para o aplicador do apelido, o frigobar seria uma geladeira um pouco menor. Não deu outra, a diretoria censurou e ele virou Diego Oliveira, que para mim é nome de bailarino, não de jogador de futebol. Outro caso foi no Vasco, clube em que um jogador atendia pelo apelido de Micão, mas acabou tendo o apelido censurado e virou Madson que, graças a Deus, é um nome que confere personalidade ao atleta por não ser muito comum.

Tem um caso que caminhou no sentido oposto e foi de um clube goiano que eu não me recordo que passou a "enfeitar" a grafia de nomes e apelidos de jogadores, para que eles chamassem a atenção.

Agora, apareceu o São Paulo proibindo apelidos nas categorias de base. Não sei se o tal de Sérgio Mota foi um dos que tiveram apelidos censurados, mas seria muito melhor se fosse Serginho ou SErjão, pois o nome atual não é nome de jogador: é nome de ministro finado. Os apelidos são soluções para nomes muito comuns, como Diego, Bruno e outros e ajudam um atleta a ganhar personalidade e a ser único. Walter Minhoca (apelido dado por causa de movimentos sinuosos que faz ao fintar adversários) não seria tão conhecido se seu apelido não vazasse, pois Walter Júnior é um nome tão sem sal para jogador e seria bom se ele fosse radialista. Gilmar Fubá (apelido dado por sua mãe ter adicionado fubá em sua mamadeira quando criança) tem mais personalidade que apenas Gilmar. Edil Highlander lembra o quanto longevo foi essa lenda viva no futebol e assim por diante.

Então, viva Tchô! Viva Chocolate! Viva Pelé! Viva Tostão! Viva Mané Garrincha! Viva Canhoteiro! Viva Tião Abatiá! Viva Cafuringa! Viva Bebeto! Viva Dunga! Viva Beto Fuscão! Viva Edu Bala! Viva Alexandre Pato! Viva Adriano Gabiru! Viva Mineiro (confundir a origem é uma virtude no mundo dos apelidos)! Viva Capitão! Viva Vampeta! Viva Dida (goleiro com apelido é raro)! Viva Serginho Chulapa! Viva qualquer jogador com apelido!
comentários por LEONARDO BONASSOLI @01:09 > Opiniões: